terça-feira, 18 de junho de 2019

Na Feira do Livro em Montemor-o-Velho

Pois minhas amigas e amigos, ontem dia 15 de Junho estive na Feira do Livro na minha terra Montemor-o-Velho, para autografar o meu livro Montemor Verdade e Fantasia. Estava um vento um tanto antipático, mas o calor humano e simpatia foram mais fortes.

Montemor Verdade e Fantasia (o meu filho mais novo)

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Montemor, Verdade e Fantasia: sessão de autógrafos na Feira do Livro de Montemor-o-Velho



Entre 11 e 16 de Junho vai decorrer em Montemor-o-Velho mais uma edição da Feira do Livro.  No dia 15 de Junho, pelas 15:00 horas terá lugar uma sessão de autógrafos do meu livro Montemor, Verdade ou fantasia. Convido-vos a aparecerem para trocarmos impressões e também a divulgarem a minha presença no evento!

Recordo aos mais distraídos que o livro foi  lançado em Novembro passado e que surgiu depois de, durante alguns anos, ter escrito histórias sobre a minha infância e adolescência na antiga vila, neste blogue. Incitada pelos blogueiros  meus leitores, e amigos, acabei por concretizar uma ideia nunca pensada: escrever e publicar um livro. Foram muitas horas a rever e melhorar os textos que escrevera no Renda de Birras, algumas contrariedades e até desânimos, antes do livro chegar à mão dos leitores. Embora seja uma publicação que interesse sobretudo aos nascidos e crescidos em Montemor, o livro já atravessou o Atlântico e chegou a terras brasileiras.

A publicação tem sido bem  recebida pelos leitores em geral o que me tem deixado muito satisfeita. Por vezes ainda me surpreendo com aquilo que consegui fazer: um livro. E agora estarei numa Feira de Livro, e até me chamam "escritora", o que não sou, na verdade sou uma amadora da escrita. Só isto já dava uma nova história! Uma sinopse detalhada das diversas histórias pode ser linda aqui, no blogue Renda de Birras, através do qual também podem, os interessados, solicitar a compra de um exemplar.

Sinopse breve

Em Montemor, verdade e fantasia, Dília Brandão Fernandes, junta trinta e uma estórias que resgatam do esquecimento um tempo sem retorno. Através de uma escrita simples mas cativante, onde se entrelaçam realidade e ficção, a autora relata memórias de Montemor-o-Velho, onde nasceu há 81 anos.

Acontecimentos coletivos e fenómenos hoje desaparecidos, usos, costumes e modos de vida dos anos 50-60 sustentam peripécias bem humoradas ou episódios mais sombrios protagonizados pelos habitantes da vila. São as jovens lavadeiras e as suas brincadeiras impensáveis, as bordadeiras e costureiras e o seu lavor, as trabalhadoras do arroz e a sua labuta, a sorte de mulheres companheiras da jornada de homens de virtudes e defeitos, quinteiros, agricultores, soldados, padres, as suas mágoas e os seus triunfos. São as figuras da terra, o gasolineiro, o farmacêutico, os médicos, o melómano, os “doutores” e os trabalhadores do campo, as suas brigas e ajustes de contas, e ainda seus ídolos, o ciclista Alves Barbosa, ou o artista e inventor das Espigas Doces, Henrique Flórido, que conseguiu fazer história na doçaria regional com as Espigas Doces. É também a paisagem anualmente transfigurada pelas cheias do rio Mondego, a escola da disciplina “à reguada” e o recreio, sessões de cinema ao ar livre que provocavam emoções fortes nunca vistas, as feiras da fartura e da miséria humanas, os pobres que pediam esmola de porta em porta aos sábados de manhã quase um  ritual, ou ainda a banda filarmónica no olhar de uma criança, entre outros ecos ímpares de um tempo e Montemor hoje incomparáveis.

O livro, uma edição de autor, de 196 páginas, inclui também mais de duas dezenas de fotografias de Montemor antigo, a preto e branco, feitas pela autora, e um prefácio escrito por Manuel Carraco dos Reis.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Feliz pelo merecimento!

Sobre este s

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Rotunda

Da minha janela eu não vejo o Tejo preguiçoso, como dizia a cançoneta, nem tão pouco o sereno Mondego que aqui na linda Figueira da Foz se entrega ao mar. Vejo esta rotunda que tão mal recebida foi por mim, quando ela ainda era só projecto. Custou-me ver as árvores por terra sem apelo nem agravo como sói dizer-se, vítimas da alteração do espaço em beneficio do trânsito mecanizado, e também dos peões. É certo o ditado, não se pode ter tudo... Hoje, esquecidas as penas, eu gosto do que vejo, e bendigo a alteração. Da minha janela, cá do alto (frente ao candeeiro) eu fiz estas fotos com intervalo dum ano entre si.
A imagem pode conter: céu e ar livre

 A imagem pode conter: céu, árvore, nuvem, automóvel e ar livre

segunda-feira, 6 de maio de 2019

O bem duma saudação amiga



Do Jair meu amigo e parente brasileiro eu surripiei este texto da sua autoria.
Gostei, fala-nos da triste realidade actual, vão gostar de ler - tenho a certeza.

Sempre Bom Dia!

Quando tudo o que se esperou era paz e sossego, entra um homem bomba e morremos ou nos ferimos, mas sofremos mesmo assim com a dor alheia, com a destruição das casas e igrejas e sonhos. Respirar profundamente, pensando em Deus e seus anjos, para que amenizem esta intolerância, o ódio que destrói vidas, trocá-lo pelo amor que salva...Como crianças perdidas na floresta, fugindo do lobo mal e da casa de doces da bruxa, vamos correr nos campos abertos e respirar o ar puro da pampa. No Sri Lanka ou no Rio de Janeiro somos metralhados, somos destruídos como nada, e nada não somos, somos tudo que quisermos ser de bom...a liberdade se limitou ao nosso cérebro, se sair um pensamento, já não somos mais livres, pois sempre haverá alguém cheio de ódio para nos atirar pedras e falar mal de nós na internet. Quando estou deitado em casa pensando na minha vida, não tenho tempo para cuidar a vida do vizinho, mas ele perde seu tempo cuidando da minha vida. E meu cão late, como se ouvisse o barulho de uma explosão. Tempos passados e distantes, uma leve memória de felicidade, de paz...éramos inocentes crianças brincando de ser feliz, correndo livres na rua, ciranda cirandinha vamos todos cirandar...Oremos à Deus pedindo paz. Olhemos nossos vizinhos e vamos dizer bom dia. Não viremos as costas para quem pede comida em nossa porta. Vamos responder aos bons dias de todos, todos os dias. Devemos perdoar quem nos metralha? Devemos perdoar que explode igrejas nos festejos da Páscoa? Eu não sei, mas não desisto de Deus, não desisto de minha boa vontade. Não desisto de dizer BOM DIA.

Postado por jair machado rodrigues

terça-feira, 30 de abril de 2019

Soneto do amigo


Enfim depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...


by Vinicius de Moraes

terça-feira, 26 de março de 2019

A ternura duma amiga que está longe, mas sempre perto. Obrigada Nouredini.

Querida amiga,

ao retornar de uma viagem a serviço na região de Juazeiro, lugar onde se moha os pés com o Rio São Francisco - nosso Velho Chico, tive a grata surpresa da chegada do vosso livro.
Fiquei alguns minutos em extase, manuseando o pacote, olhando a letra do remetente, imaginando-o atravessando mar e desaguando na Bahia. Depois, cuidadosamente abri o pacote e ohei para ele como se estivessemos nos apresentando. Olá, eu sou a Nouredini, a quem sua mãe lhe confio a guarda!
Cheirei as folhas, senti a maciez do papel, imaginei-a indo aos correios postar e meu coração se encheu de felicidade e gratidão pela sua amizade e tanta consideração. 
Por um breve momento senti um aperto no peito, quem derá Zito vivo estivesse  e certamente, colocaria com toda distinção um post no Arrozcatum, entretanto, de imediato, me recompus ao lembrar, com alegria, que o Renda nos uniu  - eu , você e Zito. É verdade , que conheci outros, mas amizade a vera, ficou a nossa.
Minha amiga, quanto orgulho desta sua vitória. Hoje carriei o livro ao trabalho e mostrei a todos. Não canso de dizer:  - a minha amiga de Portugal escreveu seu primeiro livro e na minha fala fica a certeza de que outros virão.
Obrigada por esta alegria. Toda a família lhe envia saudações e lhe parabeniza a vitória.
Vou fazer um bolinho, passar um café e prazerosamente inicar a leitura.
Com carinho,

Nouredini

domingo, 17 de março de 2019

Foi há cinquenta anos...



Foi na madrugada de 28 de fevereiro de 1969 que aconteceu em Portugal um dos grandes sismos de que há memória. São passados cinquenta anos, porém ainda não esqueci o grande susto que me deixou apavorada por largos meses e receosa para sempre, pois é fenómeno que não avisa quando se manifesta.


Eram quase quatro horas da manhã, e (nós) eu, dormia tranquilamente, mas a sonhar que a terra tremia enquanto eu tentava colocar os chinelos de quarto debaixo da mesa de cabeceira. Acordei e a terra tremia mesmo,sucedeu-se o alvoroço entre nós e a expectativa, pois a calma aconteceu, para logo logo depois, tremer a valer acompanhado dum ruído surdo que parecia paralisar-nos de terror. Apressadamente a minha mãe pegou ao colo a nossa filha bébé de dois anos, e precipitou-se a correr para o pequeno jardim tentando ultrapassar o pequeno muro que o separava dum espaço amplo de terra de semeadura paralelo à estrada. Nós corremos em sentido inverso e saímos pela porta principal achando-nos na rua aonde parte da vizinhança se juntou num ápice. Era em Braga num lugar chamado Ponte dos Falcões um subúrbio da cidade. Uma única rua de chão mal calcetado, mas de casas novas, lindas, pintadas de verde.Todas de rés do chão e primeiro andar com jardim nas traseiras. Mesmo com pressa de sairmos, ainda batemos violentamente á porta dos nossos senhorios que viviam no andar superior, receando, sei lá, que a casa caísse e eles adormecidos lá ficássem. Nem toda a gente teve presença de espírito para vestir um robe ou roupão, a maioria saiu como estava, de modo que se não fôsse a aflição instalada em que ninguém reparava em ninguém, aquilo até seria hilariante... Os minutos pareciam anos e os vizinhos de cima não desciam. Repetição de pancadas na porta, e eles falaram - já vai! E daí a mais um bocado lá apareceram então. Ainda os estou a ver... E como dizem os crentes" não os estou a chamar cá pra mal." Ouviu-se o som da chave e do trinco da porta e apareceram os dois na maior calma, impecávelmente vestidos e calçados como se fôssem para a cidade ás compras. Ela de vestido e casaco, e ele de fato inteiro camisa e gravata.


Apesar do mêdo reparei, e sorri. E pensei, que mesmo no meio do perigo há sempre quem seja forte e esteja para além...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

A Natureza também capricha...

Entre muitas e da mesma árvore esta laranja nasceu diferente. Achei interessante e fotografei-a. E a origem? Daqui perto, duma aldeia bonita de nome Ereira.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

A brincadeira

Hoje acordei cedo. O sol muito descorado já me espreitava por entre as pregas dos cortinados do quarto incitando-me a deixar a cama. Porém aquele aconchego da roupa ainda quente, era por de mais agradável e sem mesmo me mexer deixei-me ficar a olhar o teto. Naquele silêncio um breve trinado fez-se ouvir - a minha vizinha do andar superior deixou que um casal de passarinhos fizesse o ninho na sua varanda, e são os seus pios que de vez em quando eu ouço com verdadeira delicia. Fazem-me lembrar a infância vivida de perto com a Natureza. Com outras meninas eu ia para a Cêrca, assim chamada porque eram as terras envolventes dum antigo Convento, nesta época já totalmente descaracterizado. Os pais da minha amiga Alice residiam nele, à época casa de lavoura, cultivavam as terras, e aturavam a invasão das meninas companheiras de brincadeiras da filha. Acercávamo-nos das pereiras e roíamos as pêras maduras ou verdes e as amêndoas duma única amendoeira raquitica que ainda subsistia. Entre duas pedras partíamos as cascas e comíamos o miolo ainda leitoso. Nada nos fazia mal, chapinhávamos na pequena regueira que corria em chão de areia entre a terra de semeadura e a estrada, e onde cresciam desordenados os "gordos" agriões na fresquidão da água nascida não sei onde. Mesmo com os pés molhados calçávamos os sapatos e reatávamos a brincadeira.  Uns pequenos salgueiros que se erguiam acima, na pequena encosta, também eram tentação, agarradas a eles saltávamos a pequena valeta de cá para lá e vice-versa, vangloriando-nos depois pelo feito, quando pela quantidade de vezes sem cair era apontada a vencedora. Quando eu conheci a Alice ela morava numa casa em frente à minha, e se a memória não me falha foi uma estadia transitória enquanto eram feitas umas obras no convento aonde ela e a família já residiam. Eu e algumas companheiras da escola, brincávamos na casa dela e na minha, mas a dela tinha um grande quintal e por isso era preferida. E saltavámos à corda na rua, que era uma via com trânsito mas chegava também para nós. Nesse verão a rua foi alcatroada de novo, um trabalho que durou semanas e nos aborrecia sobretudo pelo cheiro do alcatrão. Finalizaram a obra com uma camada de areia normal, e outra de areia grossa. Os automóveis ao passar afastavam essa areia grossa para os lados da estrada. E naquele fim de tarde em vêz de saltarmos à corda começámos a juntar a areia e a atirá-la para o meio da rua. Eu até era bem comportada e sossegada, mas deu-me para a asneira - agarrei duas mãos cheias de areia grossa e atirei-a propositadamente contra um automóvel que vinha em andamento. O Sr. falou alto, e parou adiante, e logo começou a recuar. Fugimos todas cada uma para seu lado, e eu e a Alice ignorando as nossas portas de casa ali mesmo em frente, fugimos esquina acima e entrámos na casa dela por uma porta do quintal ás escondidas da mãe, e fomos meter-nos de baixo da cama. Passado algum  tempo deixámos o esconderijo e eu regressei a casa cheia de mêdo, mas a fazer fé no nosso segredo. Mas qual?  Não me livrei da sova no dia imediato, porque a minha mãe teve conhecimento da "minha proeza" e, caiu das nuvens, como sói dizer-se. E ainda me prescreveu uma semana sem saltar à corda. E assim aconteceu sem lamentos nem queixas.
( as crianças não avaliam o mal e por vezes erram, e foi o meu caso, mas hoje ao recordar não fui alheia a um sorriso "ao ver" a cena da fuga...)


sábado, 19 de janeiro de 2019

Recordando...

Era um caixotito verde escuro com uma alça para colocar ao ombro, ou ao pescoço.E a alegria que eu vivi quando de regresso duma ida a Coimbra o meu pai me entregou aquele objecto... Foi a minha primeira máquina fotográfica. Eu teria então dez anos, tinha as minhas amizades, meninas da minha idade e companheiras de brincadeira. Aos Domingos saltávamos à corda, jogávamos ao esconde, mas a máquina veio alterar tudo, eu só queria fotografar, e para isso era necessário aprender. E foi então que toda vaidosa de máquina ao ombro eu passei a calcorrear as ruas íngremes da vila ao lado do meu pai, que cheio de paciência me explicava a posição a escolher em relação ao sol, as distâncias a observar, etc. (hoje nada disso é necessário) As fotos eram quadradas e pequenas, e passado algum tempo o meu pai trouxe-me outra máquina, já um modelo de fole que fazia fotos de 6x9 e com mais qualidade. Tinha feito uma troca e por isso levaria esta.
Ai que má noticia, ia levar o meu caixotinho... Triste, chorei, chorei, mas pai era para ser obedecido e, também depois de ouvir a sua argumentação propicia ao meu entendimento, enxuguei as lágrimas e no Domingo seguinte fiz as primeiras fotos com a máquina nova. Anos depois ofereceu-me a sua própria máquina, cujas fotos eram de 6,5X11, uma ICA que me acompanhou durante largos anos. Hoje é centenária, e como tal, objecto de estimação. Fotografei-a para colocar no cabeçalho do Blog e também no do Facebook.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

JORNAL de MONTEMOR publica notícia sobre o meu livro



O Jornal de Montemor fez-me uma surpresa. Estou contente e agradecida. Não é fácil fazer chegar a novidade ao conhecimento dos interessados, em especial são as pessoas que vivem em Montemor-o-Velho, ou que têm alguma ligação a Montemor ou às pessoas que ali vivem ou viveram. Apesar de fazer alguma divulgação no blogue e no Facebook, sei que muitos não andam nas redes sociais, nem sequer usam o computador ou o telemóvel. É assim muito importante que o Jornal de Montemor se tenha interessado pela publicação do meu livro de memórias. Sim, são memórias, histórias baseadas em factos e pessoas de carne e osso, em muitos casos, mas também alguma fantasia, e daí o título que escolhi dar.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

As felicitações vindas de além mar, da linda Cidade chamada São Salvador da BAÍA chegaram até mim...

As linhas pularam ao papel e salpicaram estórias.
Costura e borda na variedade dos matizes, avesso impecável e multiplicidades de pontos e laçadas, que formam trama infinita.
Ajusta e sabe dar final ás pontas e sobras e, com esta mesma destreza, a nossa querida Dilita teceu, costurou e porque não dizer, pintou e bordou muitas estórias e histórias e deu -lhes o impecável acabamento em forma de livro.
Um filho temporão, mas que promete crescer a família e não ser único. Há muito o que contar, sempre embalada por rendas e birras que construíram e fortaleceram está grande mulher, mãe, esposa e avó.
O que há de faltar a Seu Olimpio que a tenha como companheira já passadas as bodas de ouro? Sobra-lhe orgulho tenho certeza.
Seu Olímpico, faz-me um favor e na próxima vez que lhe oferecer um ramalhete, inclua as flores nossas, cá do outro lado.
Carinho, respeito e orgulho de ser sua amiga Dília Brandão Fernandes. Deus a guarde imortalizada nas estantes da vida.

Carinho e respeito,
Nouredini e família