sábado, 12 de outubro de 2013
É bom fazer anos
Fica-se mais velha, mas recebe-se mimo. Livros, a minha colónia preferida (que por acaso até é indicada para o sexo oposto) e mais prendas.
As minhas filhas e o meu marido sabem das minhas preferências, e neste aniversário também não se esqueceram.
Ao fotografar não tive a devida atenção, e escondi o titulo do livro de Ken Follett, é O Estilete Assassino.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Mimos, bonitos e bons.
Já não é segredo, eu gosto muito de chocolate. Nunca recebi tantos como neste aniversário. Aqui só coloquei um de cada, mas a verdade é que as ofertas foram em triplicado... Penso que terei chocolate até ao Natal, porque eu consumo com moderação.
À conta do meu aniversário...
E porque não, eu oferecer também uma prenda a mim própria? Pois desta vez "lembrei-me" de mim. Não pensei muito no preço, e zás, mandei embrulhar. A carteirita pequena é para os cartões do multibanco, e tem até uma calculadora. A particularidade é apenas o material de que são feitas. Trata-se de cortiça, dos sobreiros do Alentejo, um produto português muito em moda actualmente, a chamada pele de cortiça.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Setembro 2013
Setembro é o mês dos aniversários cá em casa. Eu, e o meu marido, a filha mais nova, e também o Gabriel, nascemos todos em setembro. Só a filha mais velha é de fevereiro.
Assim no dia 30, mais um aniversário; da Clarinha,(que até é morena) que o passou a trabalhar, pois a Escola tem datas e horários que a tudo se sobrepõem. Eu como tinha vindo de férias, até me apeteceu cozinhar; coisa muito simples, mas gostosa... Jantar na cozinha, tudo na lei do menor trabalho.
Gostei, gostámos, de ter as filhas em nossa casa, à nossa mesa, como antigamente.
Assim no dia 30, mais um aniversário; da Clarinha,(que até é morena) que o passou a trabalhar, pois a Escola tem datas e horários que a tudo se sobrepõem. Eu como tinha vindo de férias, até me apeteceu cozinhar; coisa muito simples, mas gostosa... Jantar na cozinha, tudo na lei do menor trabalho.
Gostei, gostámos, de ter as filhas em nossa casa, à nossa mesa, como antigamente.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
E mais um ano eu somei.
Estas são as recordações fotográficas do meu aniversário. Foi em setembro. Como se tornou hábito, neste dia eu recuso cozinhar, e por isso vamos jantar ao restaurante. A filha mais velha fez as fotos, de modo que não ficou no grupo. Todos estamos com expressão esquisita, e eu já estava a começar a adoecer, mas ainda não tinha perdido o apetite...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Bloguistas amigas e amigos
Nestes últimos meses a saúde tem andado a pregar-me partidas.
Mas será a saúde? Ou a falta dela?
Não quero acreditar em depressão, mas um desânimo intermitente (e ainda bem que não é constante) tem vindo a apoderar-se da minha pessoa. Por isso tenho descurado o blogue, que coitadito também está a ficar sem jeito.
Coloquei a borboleta azul, e logo no dia seguinte adoeci, mas a valer, com febre alta e qualquer coisa de grave no sistema respiratório. Médico, medicamentos e cama, durante uma semana, coisas tão desconsoladas para quem perspectivava sair de férias em dia já marcado... Sofri mesmo com tanto mal estar, e já nem pensava em Algarve nem nada, eu só queria silencio e isolamento. Mas, dizia o povo antigamente "que, a quem Deus promete, não falta", e na linha dessa máxima, eu fui presenteada com as melhoras, e embora ainda achacáda mas já em condições de viajar, lá segui ou melhor, lá seguimos, uns dias mais tarde do que o previsto, rumo ao Algarve. O computador ficou cá em casa, por isso só hoje (regressámos ontem) e já sentindo a sua falta, vim bater-lhe as teclas para mandar a todos vós as minhas saudações, com a promessa de recomeçar, e tentar fazer algo de melhor; se for capaz...
Mas será a saúde? Ou a falta dela?
Não quero acreditar em depressão, mas um desânimo intermitente (e ainda bem que não é constante) tem vindo a apoderar-se da minha pessoa. Por isso tenho descurado o blogue, que coitadito também está a ficar sem jeito.
Coloquei a borboleta azul, e logo no dia seguinte adoeci, mas a valer, com febre alta e qualquer coisa de grave no sistema respiratório. Médico, medicamentos e cama, durante uma semana, coisas tão desconsoladas para quem perspectivava sair de férias em dia já marcado... Sofri mesmo com tanto mal estar, e já nem pensava em Algarve nem nada, eu só queria silencio e isolamento. Mas, dizia o povo antigamente "que, a quem Deus promete, não falta", e na linha dessa máxima, eu fui presenteada com as melhoras, e embora ainda achacáda mas já em condições de viajar, lá segui ou melhor, lá seguimos, uns dias mais tarde do que o previsto, rumo ao Algarve. O computador ficou cá em casa, por isso só hoje (regressámos ontem) e já sentindo a sua falta, vim bater-lhe as teclas para mandar a todos vós as minhas saudações, com a promessa de recomeçar, e tentar fazer algo de melhor; se for capaz...
Mais um ano! Viver é um privilégio...
Esta foto pertence também ao conjunto daquelas feitas na praia do Pedrógão. O ambiente não parece bonito, é na esplanada dum restaurante popular; mas acreditem, as sardinhas assadas que ali comemos eram mesmo ricas!
Ricas no aspecto e no sabor!
Meu marido de parabéns nesse dia, completando mais um ano.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Eu gosto das borboletas
Desta vez, eu não roubei a borboleta. Palavra que não! Alguém não lhe ligou importância, e foi para colocar a revista no contentor... Pelo menos eu encontrei-a ali, em jeito de ter caído, e meio aberta, precisamente na folha onde ela estava, esta borboleta de características especiais. Vale a pena ler o pequeno texto com os pormenores.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Surpreendida
Não gosto muito de falar de dinheiro, nem do modo como qualquer de nós o gere, acho que é assunto do foro intimo, e por isso cada qual sabe de si.
Pela minha parte sempre o gastei com ponderação, não podia ser doutra maneira, e ainda hoje observo alguns limites, que não me agrada transpor. Mas não sou escrava do vil metal ao ponto de "andar ás voltas" por causa de evitar gastar uns escassos centimos.
No entanto, não gosto de algumas facilidades que considero erradas, que há quem pratique como sendo certas. Há pouco tempo ainda, mas não sei à quantos dias ou semanas, recebi uma encomenda vinda pelo correio, e entregue em mão por um funcionário da empresa. Era um pequeno pacote, cuja entrega era feita contra reembolso. O empregado recebeu o dinheiro, e quanto ao troco que eu aguardava, disse-me com ar mais que natural: - "eu tinha de lhe dar um euro, mas como não tenho, não dou".
Surpreendida, não disse nada, mas não gostei. Afinal um euro não é o valor dum saudoso escudo. Quero acreditar, mas não sei se deva, que ele não tivesse um euro, mas teria no dia seguinte e poderia colocar na caixa do correio. Assim, achei que aquilo foi uma espécie de caça à gratificação forçada.
E entretanto pensei : se isto é hábito nesta criatura, ao fim do mês deve ter colecionado qualquer coisa suficiente para uns cafésinhos bem bons...
Isto o necessário é ter ligeireza...
Pela minha parte sempre o gastei com ponderação, não podia ser doutra maneira, e ainda hoje observo alguns limites, que não me agrada transpor. Mas não sou escrava do vil metal ao ponto de "andar ás voltas" por causa de evitar gastar uns escassos centimos.
No entanto, não gosto de algumas facilidades que considero erradas, que há quem pratique como sendo certas. Há pouco tempo ainda, mas não sei à quantos dias ou semanas, recebi uma encomenda vinda pelo correio, e entregue em mão por um funcionário da empresa. Era um pequeno pacote, cuja entrega era feita contra reembolso. O empregado recebeu o dinheiro, e quanto ao troco que eu aguardava, disse-me com ar mais que natural: - "eu tinha de lhe dar um euro, mas como não tenho, não dou".
Surpreendida, não disse nada, mas não gostei. Afinal um euro não é o valor dum saudoso escudo. Quero acreditar, mas não sei se deva, que ele não tivesse um euro, mas teria no dia seguinte e poderia colocar na caixa do correio. Assim, achei que aquilo foi uma espécie de caça à gratificação forçada.
E entretanto pensei : se isto é hábito nesta criatura, ao fim do mês deve ter colecionado qualquer coisa suficiente para uns cafésinhos bem bons...
Isto o necessário é ter ligeireza...
domingo, 1 de setembro de 2013
No Pedrógão encantei-me de novo, e fotografei
Esta estrutura não é obra humana, é natural. Só pedra, com os seus milhares de vincos, e cortes. Obra de anos e anos, com o mar na sua constante erosão.
Ainda a beleza do Pedrógão
Ao lado direito na foto, é onde começa a praia para a maioria dos banhistas. Amanheceu com forte névoa, e nesta altura ainda não se tinha dissipado completamente.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
O Fogo ? Não. O Terrorismo !
Hoje outra vida se perdeu num dos incendios, uma jovem bombeira com 21 anos. Também alguns companheiros foram apanhados pelo fogo, e estão no hospital em sofrimento, alguns em perigo de vida.
Quantas vidas mais se vão perder, até que acabe esta desgraça que parece não ter fim? Eu não compreendo este cruzar de braços de quem de direito... Afirmam que estão assegurados os meios de combate e por aí se ficam. Depois quando surge a fatalidade, os altos representantes do País enviam condolências, as tais palavras já gastas de tão repetidas, e logo depois esquecidas.
E entretanto o país vai ardendo cada dia mais; mas, é tudo natural, é a época dos fogos, é assim como a época da praia, e outras épocas... Que falta de humanidade! Eu digo, eu grito bem alto: - que época tão malvada cheia de sofrimento, para tantos portugueses!!!
Hoje ouvi na rádio (porque eu não quero ver na TV as noticias) que estavam referenciadas cinquenta pessoas, suspeitas de terem ateado fogos, e que trinta estavam já detidas. As outras vinte secalhar andavam a ver o espetáculo, digo eu.
Porém, "já estava alguém a arrepelar-se" porque cada preso custava ao País quarenta euros por dia. -Isto é revoltante, é horrivel, é vergonhoso!
Não tenho palavras! - então os portugueses têm de estar à mercê de pirómanos, doidos, bandidos, criminosos, só porque o governo não quer gastar quarenta euros por dia? Mas não fazem conta ao que gastam com o pessoal que está de plantão, a guardar as casas dos politicos que estão no activo, e dos outros que já passaram à reserva?! Para esses cuidados não há lamúrias... há dinheiro!
Eu não simpatizo muito com o Sr. Dr. Alberto João Jardim. Acho que ele se inflama demasiado, e ás vezes até é inconveniente. Mas nesta altura eu mudei a minha opinião. E sabem porquê? A Madeira também se viu a braços com um enorme fogo há poucos dias. E o Presidente da Madeira o que fez? Veio prá rua, acompanhou o povo, e falou; ou melhor, ele gritou! como é costume. E o que disse? Que aquilo era um acto de terrorismo, que fogo posto é isso mesmo. E por isso, deu ordem para responderem com igual terrorismo, em relação aos criminosos que encontrássem a incendiar. Digam lá se não resultou?!
Voltaram a ter fogo ? Até hoje, não.
Bem haja Dr. Jardim! E que nunca a vóz lhe doa para defender a sua terra!
Aqui desculpam-se com o calor. Bandidos! No alto das serras pela madrugada está um grande sol e um grande calor... Continuem a desculpar os canalhas, e tornem o País cada vez mais pobre, e o povo mais triste, e infeliz. É essa a vossa decisão.
Quantas vidas mais se vão perder, até que acabe esta desgraça que parece não ter fim? Eu não compreendo este cruzar de braços de quem de direito... Afirmam que estão assegurados os meios de combate e por aí se ficam. Depois quando surge a fatalidade, os altos representantes do País enviam condolências, as tais palavras já gastas de tão repetidas, e logo depois esquecidas.
E entretanto o país vai ardendo cada dia mais; mas, é tudo natural, é a época dos fogos, é assim como a época da praia, e outras épocas... Que falta de humanidade! Eu digo, eu grito bem alto: - que época tão malvada cheia de sofrimento, para tantos portugueses!!!
Hoje ouvi na rádio (porque eu não quero ver na TV as noticias) que estavam referenciadas cinquenta pessoas, suspeitas de terem ateado fogos, e que trinta estavam já detidas. As outras vinte secalhar andavam a ver o espetáculo, digo eu.
Porém, "já estava alguém a arrepelar-se" porque cada preso custava ao País quarenta euros por dia. -Isto é revoltante, é horrivel, é vergonhoso!
Não tenho palavras! - então os portugueses têm de estar à mercê de pirómanos, doidos, bandidos, criminosos, só porque o governo não quer gastar quarenta euros por dia? Mas não fazem conta ao que gastam com o pessoal que está de plantão, a guardar as casas dos politicos que estão no activo, e dos outros que já passaram à reserva?! Para esses cuidados não há lamúrias... há dinheiro!
Eu não simpatizo muito com o Sr. Dr. Alberto João Jardim. Acho que ele se inflama demasiado, e ás vezes até é inconveniente. Mas nesta altura eu mudei a minha opinião. E sabem porquê? A Madeira também se viu a braços com um enorme fogo há poucos dias. E o Presidente da Madeira o que fez? Veio prá rua, acompanhou o povo, e falou; ou melhor, ele gritou! como é costume. E o que disse? Que aquilo era um acto de terrorismo, que fogo posto é isso mesmo. E por isso, deu ordem para responderem com igual terrorismo, em relação aos criminosos que encontrássem a incendiar. Digam lá se não resultou?!
Voltaram a ter fogo ? Até hoje, não.
Bem haja Dr. Jardim! E que nunca a vóz lhe doa para defender a sua terra!
Aqui desculpam-se com o calor. Bandidos! No alto das serras pela madrugada está um grande sol e um grande calor... Continuem a desculpar os canalhas, e tornem o País cada vez mais pobre, e o povo mais triste, e infeliz. É essa a vossa decisão.
sábado, 24 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Ainda temos floresta em Portugal?
Caras amigas e amigos que ainda vêm até ao meu blogue...
Eu quero pedir que me desculpem, pois esta apatía em relação a escrever qualquer coisita, está a tomar conta de mim, duma forma constante. Isto desagrada-me, mas reagir não está actualmente "no programa".
Bem, mas hoje contrariando o ego, e mandando mais do que ele, estou a tentar escrever umas lérias, para espairecer...
Como é meu hábito, logo que chego à cosinha para tratar do pequeno almoço, ligo o rádio. Não tardou que ouvisse falar nesta desgraça que tanto nos toca, a situação dos fogos que estão matando as nossas florestas, a vida selvagem, e os bombeiros. Também tenho visto na T.V. alguma coisa das reportagens feitas em pormenor, sobre esta calamidade.
Porém, fico sempre, e fiquei, a pensar sobre a forma como quem de direito, se exprime assim de ânimo leve, acerca do fogo... Falam do fogo como sendo natural, quáse banal, assim uma coisa ciclica, normalissima, como se de uma colheita esperada se tratásse. Fázem comparações sobre os hectares de área ardida neste ano, com os que arderam nos anos anteriores. Falam aliviados, que este ano tem ardido menos... ( Ótimo!!! - secalhar, então, pode continuar a arder mais para igualar.)
Que forma desprendida de falar da desgraça! Que tristeza!!!
Que falta de consideração para com as pessoas que perderam os seus haveres, e pelas outras que ficaram a sofrer nos hospitais, vitimas de queimaduras entre a vida e a morte. Por aquelas que morreram, e já são tantas. Pelas familias cuja dor só elas sabem, e daqui a dias ninguém se lembra do seu sofrimento que será eterno.
Os meios de comunicação avisam de véspera que vem aí mais calor, e apelam ao cuidado... Decerto até valia mais não dizerem nada... porque isto acaba por funcionar ao contrário, é assim uma espécie de informação bem vinda para ir colocar o rastilho, de que os miseráveis estão sempre à espera. E tudo isto funciona impunemente. Sim, impunemente; já ouviram dizer que alguém apanhou cadeia por largos anos por incendiar? Nada disso... Isto é uma vergonha já comentada no estrangeiro. Toda a gente sabe, que o fogo, a desgraça de uns tantos, se transformou no lucro dum grupo, ou grupos, de bandidos sem coração. Todos já sabemos que estes fogos não acontecem por acaso. O calor só por si não faz fogo. Não venham para cá com fantazias, que as pessoas não são parvas... Digam antes e em boa verdade, que infelismente no nosso país acabaram os homens que lutavam pelo povo e pela Pátria. Homens dignos, que honravam a sua Bandeira, e sentiam o País como seu.
Ai que falta nos faz o Marquês de Pombal, ou outro qualquer com "figados" iguais !
Eu quero pedir que me desculpem, pois esta apatía em relação a escrever qualquer coisita, está a tomar conta de mim, duma forma constante. Isto desagrada-me, mas reagir não está actualmente "no programa".
Bem, mas hoje contrariando o ego, e mandando mais do que ele, estou a tentar escrever umas lérias, para espairecer...
Como é meu hábito, logo que chego à cosinha para tratar do pequeno almoço, ligo o rádio. Não tardou que ouvisse falar nesta desgraça que tanto nos toca, a situação dos fogos que estão matando as nossas florestas, a vida selvagem, e os bombeiros. Também tenho visto na T.V. alguma coisa das reportagens feitas em pormenor, sobre esta calamidade.
Porém, fico sempre, e fiquei, a pensar sobre a forma como quem de direito, se exprime assim de ânimo leve, acerca do fogo... Falam do fogo como sendo natural, quáse banal, assim uma coisa ciclica, normalissima, como se de uma colheita esperada se tratásse. Fázem comparações sobre os hectares de área ardida neste ano, com os que arderam nos anos anteriores. Falam aliviados, que este ano tem ardido menos... ( Ótimo!!! - secalhar, então, pode continuar a arder mais para igualar.)
Que forma desprendida de falar da desgraça! Que tristeza!!!
Que falta de consideração para com as pessoas que perderam os seus haveres, e pelas outras que ficaram a sofrer nos hospitais, vitimas de queimaduras entre a vida e a morte. Por aquelas que morreram, e já são tantas. Pelas familias cuja dor só elas sabem, e daqui a dias ninguém se lembra do seu sofrimento que será eterno.
Os meios de comunicação avisam de véspera que vem aí mais calor, e apelam ao cuidado... Decerto até valia mais não dizerem nada... porque isto acaba por funcionar ao contrário, é assim uma espécie de informação bem vinda para ir colocar o rastilho, de que os miseráveis estão sempre à espera. E tudo isto funciona impunemente. Sim, impunemente; já ouviram dizer que alguém apanhou cadeia por largos anos por incendiar? Nada disso... Isto é uma vergonha já comentada no estrangeiro. Toda a gente sabe, que o fogo, a desgraça de uns tantos, se transformou no lucro dum grupo, ou grupos, de bandidos sem coração. Todos já sabemos que estes fogos não acontecem por acaso. O calor só por si não faz fogo. Não venham para cá com fantazias, que as pessoas não são parvas... Digam antes e em boa verdade, que infelismente no nosso país acabaram os homens que lutavam pelo povo e pela Pátria. Homens dignos, que honravam a sua Bandeira, e sentiam o País como seu.
Ai que falta nos faz o Marquês de Pombal, ou outro qualquer com "figados" iguais !
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Quando o Mar faz de Lençól
A minha amiga Heide, bloguista brasileira, tem uma certa atração por Cabo Verde, e em "conversa" com o Zito confessou-lhe que gostaria que o mar fosse um lençol que ligásse Cabo Verde ao Brasil... Era só puxar, e qualquer um dos Países logo ficaria perto. Posteriormente enviou para ele esta foto, em jeito de alusão a esse desejo. Eu gostei desta montagem, e zás, roubei-a! Mas como o respeitinho é muito lindo, devo dizer que lhes pedi licença, e ambos me deram permissão para roubar...
terça-feira, 6 de agosto de 2013
E Um Quarto de Século Aconteceu
Vinte e cinco anos separam estas fotografias com a mesma pessoa. Só o cão não é o mesmo. O tempo passa por nós, ou somos nós que passamos? Caminhamos indiferentes, e quando ainda somos novos até nos sentimos eternos... Depois "quando o pó assenta" caímos na realidade, e reparamos então que chegámos a velhos. E refletimos e dizemos baixinho, que privilégio termos vivido!A primeira foto representa uma época em que frequentávamos a casa dum jornalista (atualmente já não está entre nós) companheiro de algumas jornadas, no que refere a rádios e jornais. O cãozito tinha as suas preferências, e tínhamos sorte por ele gostar de nós; porque quando ele não gostava ladrava á pessoa, e o dono mandava-o calar. Ele obedecia, e escondia-se debaixo da secretária. Porém quando a visita se despedia e passava rente, ele ferroava-a no calcanhar. Ferroava o sapato, claro, mas mostrava a sua personalidade canina, e instalava-se o riso entre os humanos...
Esta outra foto, tem poucas horas de existência, fi-la ontem na Praia da Tocha, e também tenho algo para contar do cãozito, que não é nosso, mas fá-lo hei a seguir.
Esta outra foto, tem poucas horas de existência, fi-la ontem na Praia da Tocha, e também tenho algo para contar do cãozito, que não é nosso, mas fá-lo hei a seguir.
Um bocadinho da Praia da Tocha
Habituei-me a só ir à praia quando vamos estar durante quinze dias em Armação de Pêra, de contrário com a praia aqui tão perto não a aproveito; gosto de ir ver o mar no inverno (de longe) quando está bravo... mas ontem foi exceção, fui passar umas horas à beira mar, e para fazer também um pouco de passeio, saímos da Figueira e fomos à praia da Tocha. Não conhecia aquela zona com espaço a perder de vista, água límpida e ondas sucessivas, areia fininha, tudo cuidado, mas com um ar de praia ainda por descobrir, sem os estragos das multidões, tudo aliado a um sossego que muito apreciei. O bulício existia sim mas ao longe, ali era só para meia dúzia de pessoas que calmamente usufruíam em pleno o que desejavam. Estava cada qual, como e onde queria estar.
E eu, como estava sentada e não me quis levantar, fiz esta foto que por esse facto, não merece um bom, ficamos pelo suficiente...
E eu, como estava sentada e não me quis levantar, fiz esta foto que por esse facto, não merece um bom, ficamos pelo suficiente...
sexta-feira, 26 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Os Livros
Ando à procura de espaço para os nossos livros. Cada vez são mais. Há dias ouvi um jornalista dizer assim um tanto a brincar, porque razão não se reciclavam os livros, se os jornais tinham esse fim... Até é verdade, mas não me vejo a colocar um livro num contentor. Assim estou na eminência de ter de adquirir uma estante baratucha, e colocá-la no hall de entrada, quase atrás da porta, porque outro local também já não há. Eu até estou com medo de começar a tratar disso, porque depois pego num livro, abro, leio, abro outro, recordo, e o tempo vai passar sem que eu me aperceba. Tenho alguns com mais de cem anos, esses devidamente arrumados, são para mim reliquias, assim como outros não tão idosos, mas também já na terceira idade...Sim, porque o estatuto não deve ser só para os humanos.
Já a minha mãe gostava de ler, e aos poucos comprou a obra de Julio Dinis. Foram esses os primeiros romances que mais tarde eu li, porque nessa altura os pais é que decidiam o que se devia ou não ler. Eu gostava muito daqueles romances da capa e espada do Walter Scott, e também das histórias de Roma e dos Romanos. Posteriormente adquiri outras preferências e li escritores estrangeiros e nacionais,ficando fã e ainda hoje sou do "nosso" Eça de Queirós.
Quando casámos o meu marido também trouxe livros de vários autores, e entre eles alguns do escritor da sua preferência que é o Ernest Hemingway. Apreciava-o sobremaneira,de modo que eu quando entrava numa livraria, e naquela altura havia muitas, comprava sempre para ele mais um livro deste Nóbel. Hoje estive com alguns na mão, e a recordar; sabe bem...
Mas ao longo dos anos nunca deixámos de comprar livros, (ainda agora) e eles vão-se acumulando. Contagiámos as filhas no mesmo sentido, que além dos livros de estudo, também adquiriram coleções.
E assim aqui estou a debater-me com a falta de espaço; - ou melhor, o espaço é que já está demasiado ocupado, e eu sem coragem para considerar os livros como objectos inúteis, pelo contrário dou-lhe o valor que merecem.
Mas será que alguém se atreve a deitar os livros fora? Se tal acontece, eu mesmo com tantos para acondicionar, ainda sou capaz de ir recolher os "enjeitados..."
Já a minha mãe gostava de ler, e aos poucos comprou a obra de Julio Dinis. Foram esses os primeiros romances que mais tarde eu li, porque nessa altura os pais é que decidiam o que se devia ou não ler. Eu gostava muito daqueles romances da capa e espada do Walter Scott, e também das histórias de Roma e dos Romanos. Posteriormente adquiri outras preferências e li escritores estrangeiros e nacionais,ficando fã e ainda hoje sou do "nosso" Eça de Queirós.
Quando casámos o meu marido também trouxe livros de vários autores, e entre eles alguns do escritor da sua preferência que é o Ernest Hemingway. Apreciava-o sobremaneira,de modo que eu quando entrava numa livraria, e naquela altura havia muitas, comprava sempre para ele mais um livro deste Nóbel. Hoje estive com alguns na mão, e a recordar; sabe bem...
Mas ao longo dos anos nunca deixámos de comprar livros, (ainda agora) e eles vão-se acumulando. Contagiámos as filhas no mesmo sentido, que além dos livros de estudo, também adquiriram coleções.
E assim aqui estou a debater-me com a falta de espaço; - ou melhor, o espaço é que já está demasiado ocupado, e eu sem coragem para considerar os livros como objectos inúteis, pelo contrário dou-lhe o valor que merecem.
Mas será que alguém se atreve a deitar os livros fora? Se tal acontece, eu mesmo com tantos para acondicionar, ainda sou capaz de ir recolher os "enjeitados..."
Sósias do escritor Hemingway
Este homem será o Ernest Hemingway,ou será um Sósia que perdeu o avião, e por isso faltou ao concurso na Flórida ?...
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O branco e o verde
Não sei nada de botânica, de modo que ignoro qual o nome da planta que assim floriu. Os canteiros que compõem a Urbanização onde moro, estão atualmente cheios destas flores, umas brancas, outras azuis. Optei por fotografar a branquinha o mais perto possível, mesmo sabendo que ficaria cortada. No fim, não gostei muito, mas era tarde de mais para voltar atrás...
segunda-feira, 15 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Eu Roubei as Borboletas
Não se pode ser simpático... Não é verdade Zito amigo? Dedicou-me as Borboletas, foi gentil, e em retribuição pela bonita atitude, eu roubei-lhas...
Mas não estou arrependida, porque gosto muito delas!
Estas borboletas estão no blogue Arroscatum e agora estão também aqui!
Mas não estou arrependida, porque gosto muito delas!
Estas borboletas estão no blogue Arroscatum e agora estão também aqui!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A Barragem
Há bastante tempo já, que no nosso país não há paz. Eu não estou a afirmar que estamos em guerra, Deus e todos os Santinhos nos livrem desse monstro hediondo a que se chama guerra. Temos um género de relativo socêgo que se parece e bem com uma paz pôdre... Mas não há paz de espirito, há descontentamento, receio do presente e do futuro, muitas pessoas em sofrimento por não conseguirem estabilizar os seus débitos, pobreza, muita tristeza escondida, e até suicídios de onde menos se espera. Eu nunca pensei que havia de assistir ao que nos é dado ver actualmente, dia após dia, principalmente depois dos portugueses terem conseguido atingir um nivel de vida razoávelmente satisfatório. E penso, será que tudo o vento levou? Esse lapso de vida melhorada foi só uma amostra? Se foi, aqui fica o meu lamento, porque o bem alheio também nos aníma. No silêncio da minha casa,agora meio escurecida para travar o calor do sol, dou por mim a pensar no passado: - As pessoas viviam tão pobres, pobres de tudo, digamos que " viviam amarradas..." Contudo não se sentiam infelizes, parecia que já tinham nascido com a conformação instalada em si mesmas. Estava errado tal sistema; "o mundo rola e avança" dizia o grande Gedeão, e assim é na verdade; mal vai se ficamos estáticos sem desejarmos um pouco mais, e sem tentarmos.
Continuando no mesmo raciocínio relativo ao passado,lembrei-me das excursões realisadas nos anos 50 e 60, a partir da minha terra. Era a unica forma das pessoas viajarem uma vez por ano. Sem comodidade nenhuma é certo, em autocarro desconfortável, barulhento e moroso; dormir com as estrelas como teto, em cima duma esteira e cobertores no chão. Os homens gostavam de dormir no tejadilho do autocarro, e tudo aquilo era uma alegria; partilhavam os farnéis, era uma confraternização saudável.Partiam num dia de manhã cedinho e regressavam no dia seguinte pela noitinha, ou mesmo já noite dentro. Eu nunca fui, mas tinha tanta pena quando via a camionete a iniciar a viagem... porém os meus pais nunca se entusiasmaram, aquilo era desconfortável, dizia a minha mãe e tinha razão.
Mas foi assim, a pagarem a viagem antecipadamente, semana a semana, durante quase um ano, que muitas Montemorences daquele tempo estiveram em Aveiro, no Porto, em Braga, em Viana do Castelo, no Gerês, na Serra da Estrela, nas Ermidas das Santinhas Milagrosas, etc, e claro em Fátima; mas esse era outro passeio diferente, único.
Até que foi inaugurada com grande festa a Barragem do Castelo de Bode. Aquilo era e é, uma obra fantástica, mas a maioria das pessoas não sabia ao certo do que se tratava. Nesse ano o promotor da excursão que era sempre o mesmo (homem sério muito respeitado, e estimado) ao programar o itenerário, desta vez para outra zona do paíz, incluiu também uma visita à Barragem do Castelo de Bode. E lá foram contentes e ansiosos... Ao regressarem vinham satisfeitos como sempre acontecia, e a totalidade das pessoas gostou do passeio, mas em relação a mais esta aliciante visita, não esconderam a decepção, e na sua simplicidade explicavam que a camionete parou lá no sitio, mas que embora procurássem não tinham visto nenhum Castelo, nem tão pouco nenhum Bode...
São estórias, mas verdadeiras.
Continuando no mesmo raciocínio relativo ao passado,lembrei-me das excursões realisadas nos anos 50 e 60, a partir da minha terra. Era a unica forma das pessoas viajarem uma vez por ano. Sem comodidade nenhuma é certo, em autocarro desconfortável, barulhento e moroso; dormir com as estrelas como teto, em cima duma esteira e cobertores no chão. Os homens gostavam de dormir no tejadilho do autocarro, e tudo aquilo era uma alegria; partilhavam os farnéis, era uma confraternização saudável.Partiam num dia de manhã cedinho e regressavam no dia seguinte pela noitinha, ou mesmo já noite dentro. Eu nunca fui, mas tinha tanta pena quando via a camionete a iniciar a viagem... porém os meus pais nunca se entusiasmaram, aquilo era desconfortável, dizia a minha mãe e tinha razão.
Mas foi assim, a pagarem a viagem antecipadamente, semana a semana, durante quase um ano, que muitas Montemorences daquele tempo estiveram em Aveiro, no Porto, em Braga, em Viana do Castelo, no Gerês, na Serra da Estrela, nas Ermidas das Santinhas Milagrosas, etc, e claro em Fátima; mas esse era outro passeio diferente, único.
Até que foi inaugurada com grande festa a Barragem do Castelo de Bode. Aquilo era e é, uma obra fantástica, mas a maioria das pessoas não sabia ao certo do que se tratava. Nesse ano o promotor da excursão que era sempre o mesmo (homem sério muito respeitado, e estimado) ao programar o itenerário, desta vez para outra zona do paíz, incluiu também uma visita à Barragem do Castelo de Bode. E lá foram contentes e ansiosos... Ao regressarem vinham satisfeitos como sempre acontecia, e a totalidade das pessoas gostou do passeio, mas em relação a mais esta aliciante visita, não esconderam a decepção, e na sua simplicidade explicavam que a camionete parou lá no sitio, mas que embora procurássem não tinham visto nenhum Castelo, nem tão pouco nenhum Bode...
São estórias, mas verdadeiras.
domingo, 7 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
As Piteiras
As piteiras, fortes, que dependem quase só da água da chuva; e da terra. Contudo são como monumentos, lindas, apesar dos picos...
Ainda as Piteiras
Tinha chuvido muito nos dias anteriores, e à volta da "minha" urbanização, as árvores, arbustos e relvados estavam saudáveis, viçosos, e cada verde mais bonito como que rivalizando entre si. Eu saí para as compras semanais, e se por vezes usufruo da ajuda do meu marido, noutras prefiro bastar-me a mim própria sem ter de observar horários a contento de ambos. É muito perto da nossa casa e com tempo ameno até serve como passeio. Levei o meu carrito, (das compras, não confundir...) e lá fui calmamente. Não desci para a rua, segui no parquinho paralelo aos edificios, e reparei naquelas verduras, e numas piteiras, eu acho que até são piteiras bravas. Parei, e disse para mim própria: tenho aqui passádo tantas vezes,e só hoje reparo; como cresceram!... Foi já há uns anos atrás que um vizinho, um sr. já reformado, tratou de as colocar de forma um tanto simétrica. Retomei o meu caminho, mas não afastei as lembranças; o sr. em questão, não era nada simpático, a esposa era professora reformada, e doente, mas recebia de modo alegre os cumprimentos normais, aquele bom dia há moda antiga, de que eu ainda não me esqueci, mas ele não, nem dava oportunidade para tal. Mas no dia em que ele cultivou as piteiras, eu passei, e reparei que havia mais em cima dum mólho de ervas prontas a ir para o lixo. Eram pequenas, com tres folhas se tanto; aproximei-me, e pedi-lhe se me vendia duas, que seriam para colocar em dois vasos de pedra na rua, ao lado da porta de entrada do salão de cabeleireiro que nessa altura tinhamos na nossa terra, Montemor-o- Velho. O sr. foi muito solicito, até desvalorisou o produto dizendo que iam para o lixo; escolheu as melhores que eu trouxe agradecida. Suponho que foi a unica vez que lhe ouvi a voz. Eles não tinham ainda muita idade, no entanto, ambos já deixaram o nosso mundo.
Quando voltei das compras, parei no mesmo local, mas para descançar um pouco,e
de novo o mesmo assunto me absorveu, de tal modo que nem reparei que alguém se aproximava. Uma senhora ainda nova caminhava no meu sentido,e sorridente, parou perto de mim,parecia que me vinha perguntar algo, mas não. Eu ainda influenciada pelos meus pensamentos disse-lhe à guiza de estar ali parada; - o sr. que vivia nesta casa, e apontei para cima, colocou estas plantas aqui há poucos anos, esta já está mais alta do que ele era... como ele gostaria de as ver, mas já partiu... A Natureza é eterna, mas o homem vive pouco.
Ela respondeu- me sempre a sorrir - olhe, esse sr., está agora a comunicar consigo do Céu! Eu não sube como confirmar ou negar, e por isso fiquei calada.
Ela disse adeus, e retrocedeu (voltou para trás...)
E eu segui para casa, a perguntar-me se aquilo tinha sido verdade, ou se tinha sonhado....
(uns dias depois fiz a fotografia, mas o sol já tinha mostrado a força do seu demasiado calor)
Quando voltei das compras, parei no mesmo local, mas para descançar um pouco,e
de novo o mesmo assunto me absorveu, de tal modo que nem reparei que alguém se aproximava. Uma senhora ainda nova caminhava no meu sentido,e sorridente, parou perto de mim,parecia que me vinha perguntar algo, mas não. Eu ainda influenciada pelos meus pensamentos disse-lhe à guiza de estar ali parada; - o sr. que vivia nesta casa, e apontei para cima, colocou estas plantas aqui há poucos anos, esta já está mais alta do que ele era... como ele gostaria de as ver, mas já partiu... A Natureza é eterna, mas o homem vive pouco.
Ela respondeu- me sempre a sorrir - olhe, esse sr., está agora a comunicar consigo do Céu! Eu não sube como confirmar ou negar, e por isso fiquei calada.
Ela disse adeus, e retrocedeu (voltou para trás...)
E eu segui para casa, a perguntar-me se aquilo tinha sido verdade, ou se tinha sonhado....
(uns dias depois fiz a fotografia, mas o sol já tinha mostrado a força do seu demasiado calor)
Subscrever:
Mensagens (Atom)










