quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pôr do sol rosado

O fim do dia na minha rua. Fiquei empolgada com tanta côr, e fotografei.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Engraçado sem menosprezar

Criança é sempre um amor. Seja branca e lourinha,
ou seja escurinha e de cabelo encarapinhado.


E onde fui eu buscar esta ternura? Não adivinham? Então eu digo;
alguém que tal me permite, sem reservas. E quem é? É o
Zito, um amigo meu, do blog ARROSCATUM.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Borboleta e a Flor

Com felicitações pelo meu aniversário. Encontrei esta atenção a mim dirigida no Blog ARROZCATUM. Gostei imenso.  Eu sou muito sensível a mimos, e ás belezas da Natureza. Um abraço e um grande obrigada Zito amigo.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Uns dias no Paraiso

Eu ando como alguns relógios, sempre com atraso... As nossas férias no Algarve já quase estão esquecidas, e só hoje aqui vim falar delas. Mas mais vale tarde que nunca...
Pois eu tinha um desejo por realizar: -viver numa casa frente ao mar. Para residir em definitivo já não ia acontecer, de modo que um fim de semana, ou umas semanas de férias, seria a realização do sonho sempre adiado. Inesperadamente este ano aconteceu. Como adoeci, adiei o telefonema para garantir a mesma casa de sempre, e quando o fiz já estava ocupada. Porém o que parecia pouco agradável, termos de procurar casa, revelou-se simples e até favorável.
A sorte levou-nos de imediato para um quinto andar, com amplas varandas, e frente ao mar... Finalmente o sonho tornou-se realidade, foi mesmo surpresa agradável. Quando entrei na varanda, como eu fiquei contente... E nos dias seguintes que bons bocados de tardes eu ali passei, sentada a ler, ou a observar a maré que subia, e as gaivotas que voavam quase ao alcance da minha mão.
E também fotografei o que eu via lá do alto... Escolhi estas três fotografias.
 Estas casinhas pertencem aos pescadores,são para guardarem os apetrechos da pesca.
Aqui havia animação de rua todas as noites. Lá está o placar de publicidade, e logo depois a entrada para a nossa praia.
A maré tinha sido grande, deixou a areia molhada e feia, mas logo mais o sol a deixaria seca.

Gaivotas na areia

Aqui na praia dos pescadores há muitos barcos, redes amontoadas, pescadores sentados a tratar delas, e gaivotas convivendo de perto.
Barcos, mas sobretudo  redes protegidas com tecido impermeável de várias cores. É assim na praia dos pescadores.

domingo, 13 de outubro de 2013

Gostei,roubei...

Aprecio este recorte escuro em forma de coração, e ao fundo as ondas brancas.
Estas duas são da autoría do meu marido. Bonitas, não acham? Direi mesmo excelentes, e eu até sou exigente. Gosto mesmo muito delas, e não perdi tempo "roubei-lhas."

Quando o dia começa em Armação de Pêra

Pelas oito horas da manhã, com a praia quase deserta, só nossa...
A sétima onda, maiorsinha, a dizer-nos que isto também é mar salgado.

Senhora dos Navegantes

Entrámos na Igreja. Esta é a imagem da Sra. dos Navegantes. Armação de Pêra foi e ainda é, mas em menor escala actualmente, terra de pescadores.

Praia diferente

Nuvens escuras e vento; chamado o levante, que por vezes é demasiado forte, assustador mesmo, mas desta vez não foi o caso. Apenas o mar alterado e a areia a agredir-nos...

O tempo mudou, e dissemos adeus

Estava calor, mas instalou-se a cor cinza no céu e no mar.
E a chuva já anunciada, não se fez esperar. Assim, adeus Algarve...

sábado, 12 de outubro de 2013

É bom fazer anos


Fica-se mais velha, mas recebe-se mimo.  Livros, a minha colónia preferida (que por acaso até é indicada para o sexo oposto) e mais prendas.
As minhas filhas e o meu marido sabem das minhas preferências, e neste aniversário também não se esqueceram.
Ao fotografar não tive a devida atenção, e escondi o titulo do livro de Ken Follett, é O Estilete Assassino.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mimos, bonitos e bons.

Já não é segredo, eu gosto muito de chocolate. Nunca recebi tantos como neste aniversário. Aqui só coloquei um de cada, mas a verdade é que as ofertas foram em triplicado...  Penso que terei chocolate até ao Natal, porque eu consumo com moderação.


À conta do meu aniversário...


E porque não, eu oferecer também uma prenda a mim própria? Pois desta vez "lembrei-me" de mim. Não pensei muito no preço, e zás, mandei embrulhar. A carteirita pequena é para os cartões do multibanco, e tem até uma calculadora. A particularidade é apenas o material de que são feitas. Trata-se de cortiça, dos sobreiros do Alentejo, um produto português muito em moda actualmente,  a chamada pele de cortiça.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Setembro 2013

Setembro é o mês dos aniversários cá em casa. Eu, e o meu marido, a filha mais nova, e também o Gabriel, nascemos todos em setembro. Só a filha mais velha é de fevereiro.
Assim no dia 30, mais um aniversário; da Clarinha,(que até é morena) que o passou a trabalhar, pois a Escola tem datas e horários que a tudo se sobrepõem. Eu como tinha vindo de férias, até me apeteceu cozinhar; coisa muito simples, mas gostosa... Jantar na cozinha, tudo na lei do menor trabalho.
Gostei, gostámos, de ter as filhas em nossa casa, à nossa mesa, como antigamente.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E mais um ano eu somei.


Estas são as recordações fotográficas do meu aniversário. Foi em setembro. Como se tornou hábito, neste dia eu recuso cozinhar, e por isso vamos jantar ao restaurante. A filha mais velha fez as fotos, de modo que não ficou no grupo. Todos estamos com expressão esquisita, e eu já estava a começar a adoecer, mas ainda não tinha perdido o apetite...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Bloguistas amigas e amigos

Nestes últimos meses a saúde tem andado a pregar-me partidas.
Mas será a saúde? Ou a falta dela?
Não quero acreditar em depressão, mas um desânimo intermitente (e ainda bem que não é constante) tem vindo a apoderar-se da minha pessoa. Por isso tenho descurado o blogue, que coitadito também está a ficar sem jeito.
Coloquei a borboleta azul, e logo no dia seguinte adoeci, mas a valer, com febre alta e qualquer coisa de grave no sistema respiratório. Médico, medicamentos e cama, durante uma semana, coisas tão desconsoladas para quem perspectivava sair de férias em dia já marcado... Sofri mesmo com tanto mal estar, e já nem pensava em Algarve nem nada, eu só queria silencio e isolamento. Mas, dizia o povo antigamente "que, a quem Deus promete, não falta", e na linha dessa máxima, eu fui presenteada com as melhoras, e embora ainda achacáda mas já em condições de viajar, lá segui ou melhor, lá seguimos, uns dias mais tarde do que o previsto, rumo ao Algarve. O computador ficou cá em casa, por isso só hoje (regressámos ontem) e já sentindo a sua falta, vim bater-lhe as teclas para mandar a todos vós as minhas saudações, com a promessa de recomeçar, e tentar fazer algo de melhor; se for capaz...
 

Mais um ano! Viver é um privilégio...


Esta foto pertence também ao conjunto daquelas feitas na praia do Pedrógão. O ambiente não parece bonito, é na esplanada dum restaurante popular; mas acreditem, as sardinhas assadas que ali comemos eram mesmo ricas!
Ricas no aspecto e no sabor! 
Meu marido de parabéns nesse dia, completando mais um ano. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Eu gosto das borboletas

Desta vez, eu não roubei a borboleta. Palavra que não! Alguém não lhe ligou importância, e foi para colocar a revista no contentor... Pelo menos eu encontrei-a ali, em jeito de ter caído, e meio aberta, precisamente na folha onde ela estava, esta borboleta de características especiais. Vale a pena ler o pequeno texto com os pormenores.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Surpreendida

Não gosto muito de falar de dinheiro, nem do modo como qualquer de nós o gere, acho que é assunto do foro intimo, e por isso cada qual sabe de si.

Pela minha parte sempre o gastei com ponderação, não podia ser doutra maneira, e ainda hoje observo alguns limites, que não me agrada transpor. Mas não sou escrava do vil metal ao ponto de "andar ás voltas" por causa de evitar gastar uns escassos centimos.

No entanto, não gosto de algumas facilidades que considero erradas, que há quem pratique como sendo certas. Há pouco tempo ainda, mas não sei à quantos dias ou semanas, recebi uma encomenda vinda pelo correio, e entregue em mão por um funcionário da empresa. Era um pequeno pacote, cuja entrega era feita contra reembolso. O empregado recebeu o dinheiro, e quanto ao troco que eu aguardava, disse-me com ar mais que natural: - "eu tinha de lhe dar um euro, mas como não tenho, não dou".

Surpreendida, não disse nada, mas não gostei. Afinal um euro não é o valor dum saudoso escudo. Quero acreditar, mas não sei se deva, que ele não tivesse um euro, mas teria no dia seguinte e poderia colocar na caixa do correio. Assim, achei que aquilo foi uma espécie de caça à gratificação forçada.
E entretanto pensei : se isto é hábito nesta criatura, ao fim do mês deve ter colecionado qualquer coisa suficiente para uns cafésinhos bem bons...

Isto o necessário é ter ligeireza... 

domingo, 1 de setembro de 2013

No Pedrógão encantei-me de novo, e fotografei

Esta estrutura não é obra humana, é natural. Só pedra, com os seus milhares de vincos, e cortes. Obra de anos e anos, com o mar na sua constante erosão.

Num belo dia de sol

         Mar bravo e bandeira vermelha, mas calor e brisa muito agradável.

Ainda a beleza do Pedrógão

Ao lado direito na foto, é onde começa a praia para a maioria dos banhistas. Amanheceu com forte névoa, e nesta altura ainda não se tinha dissipado completamente.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O Fogo ? Não. O Terrorismo !

Hoje outra vida se perdeu num dos incendios, uma jovem bombeira com 21 anos. Também alguns companheiros foram apanhados pelo fogo, e estão no hospital em sofrimento, alguns em perigo de vida.
Quantas vidas mais se vão perder, até que acabe esta desgraça que parece não ter fim? Eu não compreendo este cruzar de braços de quem de direito... Afirmam que estão assegurados os meios de combate e por aí se ficam. Depois quando surge a fatalidade, os altos representantes do País enviam condolências, as tais palavras já gastas de tão repetidas, e logo depois esquecidas.
E entretanto o país vai ardendo cada dia mais; mas, é tudo natural, é a época dos fogos, é assim como a época da praia, e outras épocas... Que falta de humanidade! Eu digo, eu grito bem alto: - que época tão malvada cheia de sofrimento, para tantos portugueses!!!
Hoje ouvi na rádio (porque eu não quero ver na TV as noticias) que estavam referenciadas cinquenta pessoas, suspeitas de terem ateado fogos, e que trinta estavam já detidas. As outras vinte secalhar andavam a ver o espetáculo, digo eu.
Porém, "já estava alguém a arrepelar-se" porque cada preso custava ao País quarenta euros por dia. -Isto é revoltante, é horrivel, é vergonhoso!  
Não tenho palavras! - então os portugueses têm de estar à mercê de pirómanos, doidos, bandidos, criminosos, só porque o governo não quer gastar quarenta euros por dia? Mas não fazem conta ao que gastam com o pessoal que está de plantão, a guardar as casas dos politicos que estão no activo, e dos outros que já passaram à reserva?! Para esses cuidados não há lamúrias... há dinheiro!

Eu não simpatizo muito com o Sr. Dr. Alberto João Jardim. Acho que ele se inflama demasiado, e ás vezes até é inconveniente. Mas nesta altura eu mudei a minha opinião. E sabem porquê? A Madeira também se viu a braços com um enorme fogo há poucos dias. E o Presidente da Madeira o que fez? Veio prá rua, acompanhou o povo, e falou; ou melhor, ele gritou! como é costume. E o que disse? Que aquilo era um acto de terrorismo, que fogo posto é isso mesmo. E por isso, deu ordem para responderem com igual terrorismo, em relação aos criminosos que encontrássem a incendiar. Digam lá se não resultou?!
Voltaram a ter fogo ? Até hoje, não.

Bem haja Dr. Jardim! E que nunca a vóz lhe doa para defender a sua terra!

Aqui desculpam-se com o calor. Bandidos! No alto das serras pela madrugada está um grande sol e um grande calor... Continuem a desculpar os canalhas, e tornem o País cada vez mais pobre, e o povo mais triste, e infeliz. É essa a vossa decisão.

 

sábado, 24 de agosto de 2013

Tudo ternura...

Bonito não é?
Está no Blog Presente, mas agora está também aqui.


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ainda temos floresta em Portugal?

Caras amigas e amigos que ainda vêm até ao meu blogue...

Eu quero pedir que me desculpem, pois esta apatía em relação a escrever qualquer coisita, está a tomar conta de mim, duma forma constante. Isto desagrada-me, mas reagir não está actualmente "no programa".
Bem, mas hoje contrariando o ego, e mandando mais do que ele, estou a tentar escrever umas lérias, para espairecer...
Como é meu hábito, logo que chego à cosinha para tratar do pequeno almoço, ligo o rádio. Não tardou que ouvisse falar  nesta desgraça que tanto nos toca, a situação dos fogos que estão matando as nossas florestas, a vida selvagem, e os bombeiros. Também tenho visto na T.V. alguma coisa das reportagens feitas em pormenor, sobre esta calamidade.
Porém, fico sempre, e fiquei, a pensar sobre a forma como quem de direito, se exprime  assim de ânimo leve, acerca do fogo... Falam do fogo como sendo natural, quáse banal, assim uma coisa ciclica, normalissima, como se de uma colheita esperada se tratásse. Fázem comparações sobre os hectares de área ardida neste ano, com os que arderam nos anos anteriores. Falam aliviados, que este ano tem ardido menos... ( Ótimo!!! - secalhar, então, pode continuar a arder mais para igualar.) 

Que forma desprendida de falar da desgraça! Que tristeza!!! 
Que falta de consideração para com as pessoas que perderam os seus haveres, e pelas outras que ficaram a sofrer nos hospitais, vitimas de queimaduras entre a vida e a morte. Por aquelas que morreram, e já são tantas. Pelas familias cuja dor só elas sabem, e daqui a dias ninguém se lembra do seu sofrimento que será eterno.
Os meios de comunicação avisam de véspera que vem aí mais calor, e apelam ao cuidado... Decerto até valia mais não dizerem nada...
 porque isto acaba por funcionar ao contrário, é assim uma espécie de informação bem vinda  para ir colocar o rastilho, de que os miseráveis estão sempre à espera. E tudo isto funciona impunemente. Sim, impunemente;  já ouviram dizer que alguém apanhou cadeia por largos anos por incendiar? Nada disso... Isto é uma vergonha já comentada no estrangeiro. Toda a gente sabe, que o fogo, a desgraça de uns tantos, se transformou no lucro dum grupo, ou grupos, de bandidos sem coração. Todos já sabemos que estes fogos não acontecem por acaso. O calor só por si não faz fogo. Não venham para cá com fantazias, que as pessoas não são parvas... Digam antes e em boa verdade, que infelismente no nosso país acabaram os homens que lutavam pelo povo e pela Pátria. Homens dignos, que honravam a sua Bandeira, e sentiam o País como seu.

Ai que falta nos faz o Marquês de Pombal, ou outro qualquer com "figados" iguais !

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Quando o Mar faz de Lençól

A minha amiga Heide, bloguista brasileira, tem uma certa atração por Cabo Verde, e em "conversa" com  o Zito confessou-lhe que gostaria que o mar fosse um lençol que ligásse  Cabo Verde ao Brasil... Era só puxar, e qualquer um dos Países logo ficaria perto. Posteriormente enviou para ele esta foto, em jeito de alusão a esse  desejo. Eu gostei desta montagem, e zás, roubei-a! Mas como o respeitinho é muito lindo, devo dizer que lhes pedi licença, e ambos me deram permissão para roubar...

terça-feira, 6 de agosto de 2013

E Um Quarto de Século Aconteceu

Vinte e cinco anos separam estas fotografias com a mesma pessoa. Só o cão não é o mesmo. O tempo passa por nós, ou somos nós que passamos? Caminhamos indiferentes, e quando ainda somos novos até nos sentimos eternos... Depois "quando o pó assenta" caímos na realidade, e reparamos então que chegámos a velhos. E refletimos e dizemos baixinho, que privilégio termos vivido!A primeira foto representa uma época em que frequentávamos a casa dum jornalista (atualmente já não está entre nós) companheiro de algumas jornadas, no que refere a rádios e jornais. O cãozito tinha as suas preferências, e tínhamos sorte por ele gostar de nós; porque quando ele não gostava ladrava á pessoa, e o dono mandava-o calar. Ele obedecia, e escondia-se debaixo da secretária. Porém quando a visita se despedia e passava rente, ele ferroava-a no calcanhar. Ferroava o sapato, claro, mas mostrava a sua personalidade canina, e instalava-se o riso entre os humanos...
Esta outra foto, tem poucas horas de existência, fi-la ontem na Praia da Tocha, e também tenho algo para contar do cãozito, que não é nosso, mas fá-lo hei a seguir.

Um bocadinho da Praia da Tocha

Habituei-me a só ir à praia quando vamos estar durante quinze dias em Armação de Pêra, de contrário com a praia aqui tão perto não a aproveito; gosto de ir ver o mar no inverno (de longe) quando está bravo... mas ontem foi exceção, fui passar umas horas à beira mar, e para fazer também um pouco de passeio, saímos da Figueira e fomos à praia da Tocha. Não conhecia aquela zona com espaço a perder de vista, água límpida e ondas sucessivas, areia fininha, tudo cuidado, mas com um ar de praia ainda por descobrir, sem os estragos das multidões, tudo aliado a um sossego que muito apreciei. O bulício existia sim mas ao longe, ali era só para meia dúzia de pessoas que calmamente usufruíam em pleno  o que desejavam. Estava cada qual, como e onde queria estar.
E eu, como estava sentada e não me quis levantar, fiz esta foto que por esse facto, não merece um bom, ficamos pelo suficiente...