sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O inferno aqui neste mês de agosto






Será que vai ser isto para sempre no nosso Portugal até não existir uma única árvore de pé? E os que residem ao alcance das chamas como resistem a tanta aflição tamanho sofrimento e dôr?! Reconhecimento aos Bombeiros e pessoal dos socorros, presentes nesta calamidade.

sábado, 12 de agosto de 2017

Portugal antigo

Uma rua de Lisboa.
Com todo este colorido mantém ainda as marcas da sua antiguidade.
Trata-se da Rua da Bica Duarte Belo.
O eléctrico encobriu o Arco que lhe dá inicio.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Devagar mas apressados


No Domingo pelas 22 horas rebentou uma conduta de água perto do supermercado E.Leclerc. A zona parecia um lago, um desperdício enorme mas involuntário. Metade da via foi vedada ao transito e o mesmo desviado para aqui. Não faltaram as buzinadelas de quem ignorava os semáforos, e chegou a estar um policia a dirigir o trânsito mas por pouco tempo. Porém tudo acabou em bem, nem sequer se arranharam as latas felizmente, o pior foi estar, estarmos sem água durante 20 horas seguidas, mas também já passou.     

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Será para melhor?

O prédio onde vivo situa-se num entroncamento. Uma rua vem terminar numa via de quase transito rápido controlado por semáforos. Apesar dos prédios que por aqui foram nascendo em quantidade, algumas árvores que ladeavam a rua foram poupadas. Eram quatro, mas há uns anos atrás alinharam o passeio e uma delas foi sacrificada.
Aterrada, porque me dói maltratarem as árvores, vi as  raizes do bonito e grande plátano emergirem da terra pela força bruta dos ferros filados ao grosso tronco, abanando-o violentamente e elevando depois a árvore como se dum pequeno arbusto se tratásse, para logo a deixarem cair inteirinha por terra. Na minha ignorância pensei que seria replantada, pensei errado. As outras três continuaram de pé. Depois da poda periódica enchiam-se de folhagem nova, eram abrigo dos passarinhos, e era também um gosto ver aquele verde mudar de tom consoante o tempo que fazia. Ao lado num terreno que ficara abandonado por falecimento do respectivo dono, foi criado um espaço verde, plantaram algumas árvores de pequeno porte o chão foi arrelvado, e uma sebe de arbustos separava o passeio de calçada. Esta obra foi feita há uns sete anos. Algumas árvores não vingaram, outras cresceram,entre elas havia um  pinheirinho manso redondinho um amor, e aquele tapete verde ao qual não faltava frescura pela rega adequada estava bonito. E digo estava, porque actualmente já nada disto existe.
As máquinas invadiram o espaço e tudo o que era verde desapareceu em pouco tempo. Quando me apercebi de que os plátanos também estavam a ser cortados deixei a janela não quis vê-los cair, dá-me pena sinto-me mal... Em frente no outro lado outrora era mata, mas actualmente só alguns choupos ainda resistiam e agora tiveram sorte igual. É o preço do progresso por certo inevitável.
E assim dos dois lados da rua, as obras estão iniciadas. Pó e barulho dia após dia a toda a hora.
Segundo o que ouvi dizer, vou ter na frente da minha residência um supermercado e uma rotunda.Talvez eu venha a ser beneficiada de algum modo com esta transformação, mas por agora tenho pena das árvores.



( Fotos feitas a partir da minha janela no 5º andar )