terça-feira, 7 de novembro de 2017

Palavras minhas para quê? Por favor leiam este post até ao fim...


Atleta portuguesa - Nádia Carvalho (16 anos) salva idosa de morrer afogada

A atleta portuguesa Nádia Carvalho. Fonte da imagem:http://www.mediotejo.net/ 
A atleta  saindo do rio  apoiada pela PSP.  Foto de Fabiana Sopusa. http://www.mediotejo.net/


« Nádia Carvalho, atleta de 16 anos do Núcleo do Sporting de Torres Novas, esteve no centro de um salvamento inesperado este domingo, 5 de novembro. Quando a equipa se preparava para seguir caminho para o corta mato nacional em Torres Vedras, cerca das 7h15, deparou-se com uma idosa que aparentemente se atirava para o rio Almonda. Nádia não hesitou, saltou para a água, e manteve a idosa à tona até chegarem as autoridades.

O caso foi relatado nas redes sociais e rapidamente partilhado sucessivamente, descrevendo-se a atitude de Nádia Carvalho como heróica. A jovem atleta acabaria por não participar na competição nacional, na qual iria procurar o apuramento para representar Portugal na modalidade.
O mediotejo.net contactou Nádia Carvalho na manhã desta segunda-feira, 6 de novembro, depois de um dia em que recebeu felicitações de muitos pelo ato de coragem. Passavam das 7h00 quando Nádia chegou ao ponto de encontro da equipa, junto à Ponte do Raro, e admite ter visto a idosa a atirar comida aos peixes. “Um senhor da minha equipa ouviu um som de alguém a mandar-se para a água. Começou tudo a gritar, eu atirei-me”.


Nádia reconhece que entrou em pânico e nem teve noção do que estava a fazer. “A senhora dizia que queria morrer, estive a consolá-la”, recorda. Entretanto chegou a polícia, sendo que um dos elementos também se atirou para dentro de água e ajudou Nádia a segurar na idosa.
Com toda a situação, a jovem atleta, recordista dos 1500 metros obstáculos nos Iniciados e anterior campeã nacional dos 2 mil metros obstáculos, acabaria por falhar o corta mato de Torres Vedras, perdendo assim a hipótese de qualificação nacional. “Valeu a pena, não me arrependo”, comentou ao mediotejo.net, constatando que haverá outras oportunidades.
Natural de Torres Novas, Nádia Carvalho pratica atletismo há sete anos. Ao telefone, num intervalo entre aulas, teve ainda tempo de falar um pouco de si, referindo que gostaria de se tornar polícia, como o pai, e treinadora. Uma situação como a de domingo, admite, espera não tornar a repetir.


O mediotejo.net falou também com um dos responsáveis do núcleo, Raúl Santos, que estava na carrinho a preparar a viagem quando tudo sucedeu. “É uma heroína”, afirmou, lembrando o episódio, constatando que no sítio onde a idosa caiu a própria Nádia já tinha a água pelo pescoço. “A corrente é pouca e o rio já não leva tanta água”, explicou, tendo acabado também por ser um momento de sorte.
Raúl Santos lamenta apenas a demora no contacto do 112, que fez com que a ambulância chegasse apenas 20 minutos depois ao local, tendo a polícia demorado metade do tempo. A equipa acabou por partir sem a atleta, que ainda ficou na água. Já a idosa, adiantou, é viúva e vive na zona, ao que tem conhecimento, tendo sido transportada para o Hospital de Abrantes.
Sobre a atleta, o responsável afirma que o próprio ato de coragem a descreve. “A Nádia deveria ser reconhecida nacionalmente”, frisou, assim como pelo município. “É uma criança”, constatou, que empreendeu um ato de audácia. “Eu só vi a Nádia no ar”.»
    (http://www.mediotejo.net/)

Nota pessoal:

Esta noticia, ouvida hoje de manhã, alegrou e deu  uma nova luz, ao meu dia!
Que contentamento senti!
Emocionei-me até...

16 anos!
Quase uma criança...
No entanto, saltou para a água e não pensou em mais nada, a não ser salvar a senhora idosa.
 Creio que o caso deveria ser mais divulgado, para que "toda a gente soubesse".

Por mim,  com o coração apertadinho... e com uma imensa gratidão, quero dizer à Nádia:

MUITO OBRIGADA NÁDIA!
Foi exemplar!
Continue sendo assim generosa.
Que Deus a recompense e  lhe dê muitas alegrias.

sábado, 28 de outubro de 2017

Os Budas no sossego do seu Jardim

buddha eden
Finalmente aconteceu, foi no fim de Setembro. Fui, fomos ao Jardim dos Budas. Merece não só uma visita, mas várias, porque dada a sua dimensão muito fica por ver em apenas umas reduzidas horas.Primeiro fizemos o circuito no pequeno combóio e de seguida andámos em passeio a pé. Parámos no café que ali existe para um geladinho e descansar um pouco. Claro que gostei e como é habitual fiz fotografias, mas quero dizer que estas duas (acima) não são da minha autoria. As seguintes são minhas. São uma pequena amostra daquele lugar tão característico e único no nosso País. Houve um motivo forte, uma razão para a sua criação. É uma obra do querer do Comendador Joe Berardo, colecionador de arte entre outras actividades. O lugar escolhido foi aquela grande propriedade a Quinta dos Lóridos. A história deste Jardim  está no GOOGLE com todos os detalhes. Vale a pena ler e, depois vão até lá (quem ainda não foi) porque vão gostar tenho a certeza.

domingo, 1 de outubro de 2017

Viste o Algarve? Ora,ora, nem com binóculo.



O mês de Setembro chegou ao fim. Aquele em que ano após ano eu me afastava durante uns dias, dos meus afazeres habituais. Há uns tempos a esta parte assaltavam-me alguns receios e dava por mim a pensar: - isto de ir para o Algarve começa a ser um risco, se me dá por lá o badagáio o meu marido vai passar um mau bocado; tenho de desistir de Armação. Mas quando chegava a hora da verdade, lá estava eu de malas aviadas novamente. Já não é a água que me atrai, prefiro ver o mar e não o sentir, mas as viagens de ida e volta são tudo para mim. Andar por estradas pelo meio de povoações, piquenicar  pela hora do almoço, seguir depois e tomar um refresco num desses cafés em que a explanada é coberta por uma ramada de videira, chegar cêdo a determinado local, estacionar; passear a pé, jantar e dormir, e no dia seguinte voltar à estrada, calmamente, até ao destino, eu gosto mesmo. Depois ao chegar, não me livro dum certo péssimismo:- está instalado o marasmo, penso eu, mas claro nada digo porque aquilo passa depressa. E depois aquela ausência total das obrigações que me acompanham durante o ano inteiro, ai isso indiscutivelmente que aprecio, e muito. Com o tempo todo livre, posso passear, ler,  escrever, deitar-me de dia, fazer renda, enfim são dias de preguicite aguda autorizada e sem limites. E na verdade desistir disto de ânimo leve, mesmo com os tais receios, não é fácil. E neste ano já estávamos com o pensamento virado para sul e a aguardar o dia quinze quando surge um obstáculo.Um caso em que o meu marido ia testemunhar, e nos faria adiar a partida por cinco dias.
Pensámos, encolhemos os ombros, achando a solução:- ficamos lá até ao dia cinco, e se o tempo estiver bom nem faz diferença.
E no dia vinte lá foi ele para o Tribunal. Chegou a casa ao fim da tarde com a noticia de que tinha havido adiamento para o dia vinte cinco. Senti-me quase em fúria e disparei: - eu não tenho nada que censurar o réu, nem o conheço, mas por causa dele vou ficar em casa, quando precisava duns dias de descanso fora daqui.Ainda se fosse um testemunho importante, dum acidente, mas não; é só para vincar o bom comportamento do sujeito, homem que foi digno a todos os níveis, até fazer a maluqueira.
Ainda sugeri que podíamos dar uma volta por mais perto, mas nada se combinou e eu deixei de pensar no Algarve, até parecia que estava conformada de boa vontade. Mas quando o meu marido regressou da segunda audiência que finalmente aconteceu na data marcada, dia vinte cinco, eu entusiasmei-me e de forma espontânea saio-me com esta:
- Agora já podemos ir! são dez dias, ainda vale a pena, o tempo está tão bom...
Ele ficou surpreendido, pensou que eu não estava a falar a sério, mas afastadas as duvidas decidimos ir no dia seguinte.
Pois, mas o que (não) tem de ser também tem muita força, e não saímos de casa.
Ao levantar-se, ele queixou-se de cansaço e que só ia por minha causa, e aí, eu não aceito sacríficios e logo decidi:
- Ficamos, e não se fala mais nisso. E não se falou mesmo.
Mas no intimo eu não aceitei de boa vontade e com espírito alegre a abstenção destas férias, para mais tendo em conta o motivo que as impediu. Fiquei assim como que "augáda" como diziam antigamente nas aldeias as mães, referindo-se ás crianças que ficavam com o sentido em algo que tinham visto e não tinham comido e, até entristeciam...
Bem, mas o que não tem remédio, remediado está. A esta máxima me devo agarrar. E dizer como dizia a minha Tia-Avó " Im desconto dos mês pecados seja tudo, e mais áme." (ámen)

domingo, 3 de setembro de 2017

Passeio preterido

Pois é, ainda não foi desta que eu fui conhecer o Jardim dos Budas. Ando há alguns anos a afirmar que vou, ou melhor que vamos, mas depois, ou está frio, ou está calor, ou estou adoentada, ou estou com mais uma das manias que por vezes me visitam e eu respeito-a porque é mais forte do que eu. "E nestas perplexidades e eternas hesitações" como escreveu Macedo Papança, continuo apenas com o projecto.
E há quinze dias atrás num Domingo cheio de sol e tempo quente moderado, saímos de casa e entrámos no carro decididos a dar realidade ao desejo antigo. Desta vez é que é!, dizíamos em jeito de certeza. Mas qual, ainda não foi desta...
Muito trânsito, demora, e começámos a olhar o relógio. Daqui a nada são horas de almoço pensávamos cada um para si, até o dizermos de viva vós. De mútuo acordo ficámos pela Nazaré. Recordámos que fazia precisamente dois anos que ali tínhamos estado, mais exactamente no alto na freguesia denominada O Sítio e, havíamos prometido a nós mesmos que na próxima iríamos conhecer a Pederneira. E foi o que fizemos e ficámos sobremaneira agradados. Se do chamado Sítio da Nazaré a vista é maravilhosa, a da Pederneira é igualmente um encanto. São ambas freguesias da Nazaré, não sei se serão Vilas, mas percebi que  a Pederneira tem vida própria e é local de turismo como o Sítio. O ambiente é agradável, respira-se ali ar puro ao caminhar pelas ruas limpas, entre o casario de paredes brancas, algumas com enfeites de cor azul. Bem cuidadas as suas antigas igrejas, e gente simpática e acolhedora. É lugar ideal para uns dias de descanso, porque menos buliçosa do que a cidade. Observei um hotel magnífico com explanada sobre o mar - ai céus!, como eu gostaria de entrar e ficar ali toda a tarde olhando as ondas lá em baixo...
Mas também podemos aceder a algo que nos agrade despendendo pouco dinheiro, e assim fizemos depois do almôço: embarcámos no combóio o pequeno Trem, que numa viagem duma hora bem aviada, por ruas largas e ruelas, subidas e descidas, voltas e reviravoltas, nos mostrou afinal a Nazaré. Não só aquela grande avenida face à praia, mas também toda a Zona Alta nomeadamente o Sítio e a Pederneira. O altifalante informava em voz comedida os pontos de maior interesse a intervalos com a música gravada que soava em tom moderado. Gostámos!
Depois, o reverso da medalha; que se traduz por regresso a casa.
E visita ao Jardim dos Budas? Por agora adiada, sine-dia...

A cidade de Nazaré, a praia, e no alto o Sítio, vistos do alto na Pederneira.
Isto é uma das entradas da Pederneira, e o pequeno Trem iniciando a viagem.
Um pouco da praia, e ao fundo o prolongamento do gigantesco rochedo, obra grandiosa da Natureza, onde reside o Sítio. Na foto seguinte, uma bonita entrada de claridade através dos vitrais.Curioso o pormenor das colunas de pedra lavrada. (numa das igrejas da Pederneira)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Em Portugal neste mês de Agosto


No limiar do inferno, uma alma bondosa minimiza o sofrimento destes bonitos cães carentes dum pouco de frescura.Também eles sentem a tragédia, adivinha-se no seu aspecto triste. Tantas vezes ouvimos dizer " só lhes falta o falar."
Ao Bombeiro todo o meu respeito e apreço.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O inferno aqui neste mês de agosto






Será que vai ser isto para sempre no nosso Portugal até não existir uma única árvore de pé? E os que residem ao alcance das chamas como resistem a tanta aflição tamanho sofrimento e dôr?! Reconhecimento aos Bombeiros e pessoal dos socorros, presentes nesta calamidade.

sábado, 12 de agosto de 2017

Portugal antigo

Uma rua de Lisboa.
Com todo este colorido mantém ainda as marcas da sua antiguidade.
Trata-se da Rua da Bica Duarte Belo.
O eléctrico encobriu o Arco que lhe dá inicio.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Devagar mas apressados


No Domingo pelas 22 horas rebentou uma conduta de água perto do supermercado E.Leclerc. A zona parecia um lago, um desperdício enorme mas involuntário. Metade da via foi vedada ao transito e o mesmo desviado para aqui. Não faltaram as buzinadelas de quem ignorava os semáforos, e chegou a estar um policia a dirigir o trânsito mas por pouco tempo. Porém tudo acabou em bem, nem sequer se arranharam as latas felizmente, o pior foi estar, estarmos sem água durante 20 horas seguidas, mas também já passou.     

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Será para melhor?

O prédio onde vivo situa-se num entroncamento. Uma rua vem terminar numa via de quase transito rápido controlado por semáforos. Apesar dos prédios que por aqui foram nascendo em quantidade, algumas árvores que ladeavam a rua foram poupadas. Eram quatro, mas há uns anos atrás alinharam o passeio e uma delas foi sacrificada.
Aterrada, porque me dói maltratarem as árvores, vi as  raizes do bonito e grande plátano emergirem da terra pela força bruta dos ferros filados ao grosso tronco, abanando-o violentamente e elevando depois a árvore como se dum pequeno arbusto se tratásse, para logo a deixarem cair inteirinha por terra. Na minha ignorância pensei que seria replantada, pensei errado. As outras três continuaram de pé. Depois da poda periódica enchiam-se de folhagem nova, eram abrigo dos passarinhos, e era também um gosto ver aquele verde mudar de tom consoante o tempo que fazia. Ao lado num terreno que ficara abandonado por falecimento do respectivo dono, foi criado um espaço verde, plantaram algumas árvores de pequeno porte o chão foi arrelvado, e uma sebe de arbustos separava o passeio de calçada. Esta obra foi feita há uns sete anos. Algumas árvores não vingaram, outras cresceram,entre elas havia um  pinheirinho manso redondinho um amor, e aquele tapete verde ao qual não faltava frescura pela rega adequada estava bonito. E digo estava, porque actualmente já nada disto existe.
As máquinas invadiram o espaço e tudo o que era verde desapareceu em pouco tempo. Quando me apercebi de que os plátanos também estavam a ser cortados deixei a janela não quis vê-los cair, dá-me pena sinto-me mal... Em frente no outro lado outrora era mata, mas actualmente só alguns choupos ainda resistiam e agora tiveram sorte igual. É o preço do progresso por certo inevitável.
E assim dos dois lados da rua, as obras estão iniciadas. Pó e barulho dia após dia a toda a hora.
Segundo o que ouvi dizer, vou ter na frente da minha residência um supermercado e uma rotunda.Talvez eu venha a ser beneficiada de algum modo com esta transformação, mas por agora tenho pena das árvores.



( Fotos feitas a partir da minha janela no 5º andar )

quarta-feira, 19 de julho de 2017

domingo, 25 de junho de 2017

E Biba o Pôrto!!! como se diz por lá.

Este é o martelo vencedor do concurso Martelos de São João na cidade do Porto. A minha filha, habitual concorrente e com alguns prémios ganhos, repetiu este ano e foi a vencedora. Decidiu mudar e fazer uma martela, uma martelinha. São dela as palavras seguintes:

-A proposta que apresentei – Martelinha – obteve o 1º lugar na categoria Objecto. O Martelo de São João anda há muitos anos sózinho pela noite mais longa do ano. Daí uma companheira com cabelos de manjerico, vestido de vela de Rabêlo debruado a rio Douro e um colar de sardinhas prateadas. A Martelinha descansa da folia da noite de São João na sua caixa de cartão e até parece que está à janela de um edifício do Porto com a fachada coberta de azulejos típicos e placa toponímica.

Marcelo: está engraçado, não acham?

A minha filha participou também  no mesmo concurso na categoria de ilustração com este trabalho que foi muito apreciado. Não ganhou, porque recearam algumas susceptibilidades. Receios perfeitamente compreendidos e aceites.
E com tudo isto eu fiquei muito contente e, por isso venho aqui partilhar.

O respectivo título: Martelo Rabelo de Sousa.

( identificação: martelo é o martelo mesmo.
Rabêlo é o nome dos barcos do rio Douro no Porto e Gaia )

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Estou no Facebook!

Amigos e amigas

Uma novidade no feriado. Agora também aderi ao Facebook pelo que podem ir até lá e pedir-me amizade! O meu nome de usuário é diliabrandaofernandes. Têm de me dar um tempo até eu me habituar a mais esta modernice, ainda não sei bem como se usa. Isto não quer dizer que vá deixar de escrever aqui, apenas que também andarei por lá.

domingo, 4 de junho de 2017

Recebi há pouco este texto e fiquei sem palavras. E pergunto o Vaticano é isto?

PAVOR NO VATICANO

Pavor no VATICANOa ser verdade…o Papa Francisco vai estar em grandes dificuldades, ou então terá que ceder á Mafia económica que domina o Mundo.
Vamos divulgar esta noticia, para que possamos ser uteis á verdade e ao Papa Francisco
 
Você sabia que 65 por cento dos fundos do Vaticano pertence à família Rothchild.
Quando se fala na Máfia só possuem o Banco Ambrosiano onde se safam  sem pagar impostos.
Quando Humberto Calvi quis revelar tudo ao Sunday Times na noite anterior foi encontrado enforcado na famosa London Bridge em Londres.
Soube-se que houve envolvimento da Rothchilds, Bildeburg Group e a Goldman Sachs.
Tudo controlado...Nada mais a dizer...
E este Papa não vai durar muito porque acusam-no de tudo e mais algo mas as organizações Judias acima mencionadas nunca são discutidas ou mencionadas...
Sabe porque razão produtos Portugueses, Gregos, Espanhóis ou Italianos quase que não existem neste pais? 
6.5 biliões são exportados de Israel e esses produtos não podem ser exportados por mais ninguém! 
A única diferença é que Israel não faz parte da EU ou Europa e dado a isso não poderia exportar para a Europa.
 
PAVOR NO VATICANO
Agora vem à luz que "talvez" foi de facto o assassinato de João Paulo I, já que iam fazer o mesmo com Bento XVI, que por isso renunciou, e confidenciou ao Papa Francisco que não seria a PRIMEIRA VEZ.
A conservadora "máfia" vaticana tentará bloquear as mudanças que o Papa Francisco quer fazer. Oxalá, ele consiga realizá-los! A situação actual não é melhor do que a de, quando reinava o Papa Rodrigo Borgia, aliás, Alejandro VI. Há muitos interesses. Comentários que circulam entre a comunidade de inteligência em Roma, na Itália, indicam que sectores radicais conservadores da Igreja Católica Romana começaram a fazer duras críticas e ataques ferozes contra o Papa Francisco, através dos meios de comunicação, sites webs e redes sociais por sua atitude reformista. Entre os argumentos de ataque dos radicais conservadores católicos, estão:
*1. O Papa Francisco rompeu com a tradição e violou o rito vaticano ao realizar o lava-pés da Quinta-feira Santa fora dos muros vaticanos, na prisão dos menores "Casa de mármore", em Roma, incluindo dois muçulmanos  e duas mulheres não católicas. Este é um fato inédito na história e tradição dos rígidos rituais da Igreja Romana. O ritualismo vaticano da Igreja Romana sempre, por séculos, desde a sua fundação, havia marginalizado e não levado em conta a mulher nesses rituais. *
Os conservadores olhavam com horror o "sacrilégio" do sorridente Papa Francisco, a quem chamavam ironicamente de "Papa Adulador", expressão depreciativa que se refere a alguém que sorri sempre e se dá bem com todo mundo.
*2. A negativa do Papa Francisco em morar no apartamento papal no palácio vaticano, decidindo, para a sua segurança pessoal, morar na residência Santa Marta, o hotel 4 estrelas do Vaticano, onde há muitas pessoas, e assim evitar o isolamento que rodeia o Papa ao morar no palácio Vaticano. O Papa Francisco quer estar ciente do que acontece ao seu redor e fora dos muros vaticanos. No apartamento papal estaria guardado e vigiado, de certa forma, controlado e mediatizado e, o mais essencial desinformado e à mercê das "hienas vaticanas" que já planejam tirá-lo do meio.
*3. No encontro de almoço com Bento XVI no Castelo Gandolfo, este confiou ao Papa Francisco, que uma das causas que influenciaram em sua renúncia foram as ameaças que recebeu e por receio de ser envenenado, pois já haviam  tomado a decisão de matá-lo, pelo que Bento XVI, em uma jogada para neutralizar esse atentado contra a sua vida, torna pública a sua renúncia com a qual desarmou a tentativa do crime. (como aconteceu com João Paulo I, segundo dizem)
*4. O alto poder fixado na cúpula vaticana está totalmente oposta aos planos do Papa Francisco de reformar, eliminar, modificar a pompa, o ritualismo e o luxo e ostentação da Igreja Católica Romana. (Francisco tem um desejo e pensamento secreto que é o de permitir que a mulher possa ter acesso ao sacerdócio católico, o que teria um efeito tipo terremoto no meio dos que usam batina).
*5. A Cúria Romana e os grupos de poder repudiam que o Papa Francisco tenha feito um chamado público à Igreja Católica ao estreitar o diálogo e as relações com o Islã. Acusam-no de ser um relativista teológico.
*6. O Papa Francisco marginalizou os mais altos cargos vaticanos no ato e na cerimónia do lava-pés da Quinta-Feira Santa.
*7. Acusam o Papa Francisco de ignorar as regras e normas da Igreja Católica Romana, já que, como Papa, está actuando sem consultar, nem pedir permissão a ninguém para fazer excepções sobre a forma com que as regras eclesiásticas se relacionam com ele.
*8. A organização Opus Dei "Obra de Deus" proibiu (censurou) todas as suas livrarias "Troa", quanto à venda do primeiro livro sobre o novo Papa Francisco.
*9. A Promotoria Romana Anticorrupção fez importante  confisco de centenas de caixas de documentos que comprometem e vinculam as finanças  vaticanas  e a importantes personagens com a "máfia" italiana e gigantescas operações de lavagem de capitais e desvio de fundos vaticanos em um complicado mecanismo para desaparecer dinheiro. Este escândalo será o "Sansão" que derrubará as colunas que sustentam a Capela Sistina e todos os edifícios da pomposa e luxuosa estrutura vaticana.
*10. Tanto o "Opus Dei", a "Maçonaria Iluminati", importantes e influentes sectores bancários, económicos, sectores mafiosos italianos, os próprios Cardeais que formam a "máfia e o poder vaticano", sentem-se em iminente perigo pelo confisco destas caixas de documentos supremamente comprometedores por parte da Promotoria Romana Anticorrupção e por parte do Papa Francisco que tem toda a intenção de sanear e controlar as finanças vaticanas  e todos os negócios e investimentos deste multimilionário Estado religioso.
*11. Outra das situações que deixaram extremamente enojados e furiosos estes grupos que sempre foram o poder por trás do poder, é que o Papa Francisco não está de acordo em que delinquentes com batina vivam em terreno vaticano, refugiados, escondidos, evadidos de enfrentar a lei. Por enquanto enviou instruções para todo aquele com contas pendentes com processos ou acusações penais, saiam do solo  Vaticano, já que em seu pontificado, o vaticano não será santuário de infractores da lei. Imaginamos o que vem! Deus o proteja dos lobos que em grande número já começam a  rodeá-lo para caçá-lo.
*É muito importante reenviar esta mensagem à maior quantidade de contactos e que as pessoas  saibam, se inteirem,  TEMOS UM PAPA QUE IMPÕE A SUA AUTORIDADE, vamos ajudá-lo e apoiá-lo, compartilhando  esta mensagem para que todos saibam o que está se passando.*

Salvemos o Papa !!   Bem Haja !!





domingo, 7 de maio de 2017

Em Montemor-o-Velho

Três fotos: - uma rua da minha terra numa manhã de sol. Mais concretamente no dia de hoje.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Identidade em comum

Hoje passei a manhã a ouvir intimamente um fado de Coimbra. É aquela situação em que a gente não faz nada para isso mas a melodia está de tal forma instalada em nós, que quando reparamos até já a estamos a entoar.
Decidi então colocar aqui os versos que eram cantados nesse fado antigo e, procurei saber o nome do autor dos mesmos mas não consegui.  Assim só posso afirmar que não são da minha autoria.

Fases da Lua

O amor é como a Lua
Como ela tem quatro fases
O namoro é Lua Nova
Dizendo de amor três frases

Se o namoro continua
Muda a fase de repente
Já não é a Lua Nova
É amor em Quarto Crescente

Quando ele só nela pensa
E ela só por ele anseia
Já não é Quarto Crescente
É amor em Lua Cheia

Vem depois o casamento
Muda a fase num instante
Já não é a Lua Cheia
É amor em Quarto Minguante

E se as coisas se complicam
Vem o divórcio e afinal
Já não é Quarto Minguante
É amor em Eclipse Total
Já não é Quarto Minguante
Ai, é amor no Tribunal.


O Sr. Manuel Marques Arroz visitou este blog e deixou-me algo escrito que tem a ver com "estas" Fases da Lua, facto que agradeço. Achei interessante e vou colocar aqui.

Informação complementar

A melodia, de autor desconhecido, assenta na tipologia do fado corrido. Terá esta melodia alguma relação com o nome de Reynaldo Varela, autor que ainda na primeira década do século XX gravou “Fado Tribunal”? António Menano interpreta este fado em compasso binário e tom de Si Maior.
A melodia andava em voga nos meios académicos antes de 1925 e intitular-se-ia originalmente “Fases da Lua”. A letra aqui transcrita em primeiro lugar, corresponde à versão cantada por António Menano e consta da respectiva edição musical da Sassetti & Cª ., Rua do Carmo, 56, Lisboa, com capa de Stuart de Carvalhais. Não tem qualquer indicação de data e o exemplar de que dispomos foi vendido por Januário Nunes & Cª., da Rua dos Retroseiros, 108-110, em Lisboa, por 1927. Posteriormente, o professor de música João Victória editou uma este fado em partitura para violino e bandolim, com o título de “Fases do Amor e da Lua”.


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Pobres dos pobres

Ontem chegaram até mim duas noticias que me deixaram a meditar. Elas já não eram muito novas porque já muitos antes de mim as tinham visto. Eu é que só as vi ontem mas ainda a tempo de manifestar a minha indignação.
E um dos casos que apareceu ilustrado com a foto que também retirei para a colocar aqui, é extraordinariamente triste, proibitivo de acontecer nos dias d´hoje, junto de nós, porque é de portugueses que se trata:
-Uma senhora idosa e doente é conduzida pelo companheiro, deitada num carro de mão até ao local onde vai receber o dinheiro da reforma.
Mas em que mundo estamos nós?
Mas em que século estamos?
Mas será que na cidade de Elvas não há bombeiros, não há nenhuma estrutura que apoie quem disso careça? E não há ninguém que tenha um carro, um calhambeque uma coisa fechada onde acomodásse dignamente a senhora, poupando-nos a este espectáculo triste e gratuito a que estamos a assistir?

Leva idosa aos CTT em carrinho de mão

Quanto à segunda notícia:
-É sempre com satisfação que tomamos conhecimento de factos positivos, nomeadamente de pessoas a quem a vida sorri a quem os negócios correm bem e vivem desafogados.É que a felicidade dos outros também nos contagia.
Porém será preciso ter muito, muito dinheiro? A felicidade é isso?
Vem ao caso o facto de ler a noticia e ficar a pensar no exagero, e vou sitar:-
Que o Padre Milícias se reformou, e passou a auferir sete mil e tal euros mensais correspondente à reforma.
Mas um Franciscano aceita e sente-se bem ao receber tanto dinheiro? Segundo já li, ele tem direito a isso em virtude dos cargos que ocupou. Certo! Mas um Franciscano não faz voto de pobreza?

Eu entendo que a pobreza não é uma situação cómoda, e nem aplaudo que alguém a ela seja forçado. Mas para viver com conforto e dignidade, não são precisos tantos euros!!!!!!

Será que o Padre Milícias secretamente usa esses valores para minorar as desgraças de tanta gente que sofre?
E se assim for, eu me confesso pecadora por ter julgado mal, e peço perdão.  

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Simplicidade


Para lá do portão um amplo salão dum restaurante.
Cá fora uns bancos rústicos esperam aqueles que levam cesto aviado porque preferem merendar ao ar livre e respirar o aroma inconfundível do pinheiro e do eucalipto, oferta da Natureza.

sábado, 15 de abril de 2017

Na festa da ressurreição

Caras amigas e amigos que ao longo de vários anos passam por aqui e me deixam simpatia nas palavras que me escrevem. Quero desejar para vós e, para toda a gente mesmo até quem eu não conheço mas que existe, um tempo de Páscoa vivido em alegria e bem estar.
Deixo vos um sorriso e um abraço e também flores, não apenas um ramo mas uma árvore com mais de um milhar delas e, uma poesia cheia de ternura.

_Que fazes tu aí ó Cristo antigo
Pregado nessa cruz,eternamente?
Liberta a tua mão omnipotente,
Desprega esses teus pés...e vem comigo!

Não sabes que sem ti nada consigo?
Não vês que fazes falta a tanta gente?
Oh! Vem de novo,como antigamente!
Viver connosco e nós, contigo!

Não vens? Não queres ouvir a humilde prece
Num mundo que, sem ti, desaparece,
Vencido pela morte e pela dôr ?

Não vens? Não pode a cruz ficar sózinha?
Pois bem: permite então que seja minha!
_Eu fico nela... e desce tu, Senhor!


(Dr.Abel Varzim)

terça-feira, 14 de março de 2017

A quem por aqui passar

Caros visitantes
Quero apresentar-vos desculpas pelo meu sucessivo silêncio.
O azar parece estar a simpatizar comigo e de vez em quando instála-se e atrapalha a minha disposição. Primeiro foi o meu marido a adoecer. Depois, decerto por simpatia ele dividiu comigo "a bichêza" e cá estou eu a sofrer e a aguardar que o antibiótico e afins façam efeito.O médico sabe porque é médico e nem valoriza, mas eu também sei porque estou a sentir. E a sentir a valer.

Várias vezes leio esta poesia, e sempre encontro nela uma beleza renovada.
Vou colocá-la e, com um beijinho oferecê-la a quem por aqui passar.

A Poesia é Silêncio

Não pares na palavra.Deixa o vento
Levar para as distâncias infinitas
O som de terra que te sai disperso.

Não prendas,com a fala,o pensamento.
És maior sobre o mundo,se não gritas
E deixas no silêncio o melhor verso.

Dor que se diz é dor desperdiçada.
Quando conversas,perdes-te no ar.
Ensina-te o Deserto coisas puras.

É mais bela uma lágrima calada
Do que todos os cânticos do mar
E todas as orquestras das alturas.

No silêncio é que Deus acende a luz
Mais fácil para entrar dentro de nós.
O silêncio tem graças de tesoiro.

Ama o silêncio em ti,como Jesus.
A prece das angústias não tem voz,
Mas o Senhor no céu a grava em oiro.

Benditos sejam os que a língua domem!
Dize-me tu se calas o que sentes,
Eu te direi se vales o que dizes...

A própria natureza avisa o homem:
- A flor vem do silêncio das sementes;
O fruto,do silêncio das raízes.

Faz com Deus,e contigo em oração,
Séria promessa,bem jurada e calma,
Como um profeta há séculos faria.

Escrever é violar a solidão.
Não escrevas. Poeta,cala a alma,
Não mates o silêncio da poesia !


(Assim escreveu,
Padre Moreira das Neves)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Confúcio escreveu



Também estou de acordo com a afirmação do célebre filósofo chinês.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Adeus amigo

Caras amigas e amigos visitantes

Tenho de vos contar que estou triste. Perdi um amigo que nunca vi, mas de quem recebi e dei estima, desde que iniciei o Renda de Birras já lá vão oito anos. Era uma pessoa fascinante que prendia pelo seu saber, sua ponderação, simpatia, suas palavras sempre certas no momento certo.
O seu sofrimento chegou hoje ao fim, partiu, não virá mais, e, tenho pena.
Se o céu existe, que seja lá o lugar do Zito.
O seu blog chama-se Arrozcatum cujo nome tem a ver com São Vicente em Cabo Verde, local onde viveu grande parte da sua vida e do qual nunca se esqueceu. Actualmente vivia em Monte Abraão, Queluz.

A minha foto

Há seis anos e hoje


domingo, 14 de agosto de 2011

Não existem só regras...Há também excepções!

Hoje volto à poesia. Apenas um soneto que guardo há muitos anos,é um pequeno recorte de jornal.Presumo que seja do Jornal Républica,actualmente desaparecido infelizmente, e penso assim porque a autora foi redactora deste Jornal entre 1942 e 1945. O meu pai recebia o Républica entregue por correio diariamente, e foi ele que me levou o papelinho,acrescentando que o soneto era muito bonito.Os anos passaram, mas não danificaram este mimo,que aconchegado nas páginas dum livro de poesia de vários autores, esperava pela minha visita.É da autoria de Manuela de Azevedo, a primeira mulher jornalista em Portugal.Escreveu poesia,conto,ensaio,foi uma lutadora contra o antigo regime,e uma incansável estudiosa relativamente à biografia de Luis de Camões,e à reconstrução da casa (à altura em ruínas) que se situa na Vila de Constância, e que teria sido propriedade da família do grande Poeta.
Ao folhear uma revista,fiquei a saber que no dia 31 de Agosto próximo, somam 100 anos sobre a data do nascimento em Lisboa,desta senhora que eu muito admiro, mas tenho de me penitenciar pelo facto de não saber se ainda está entre nós. De qualquer modo,os grandes vultos são eternos, porque jamais esquecidos.

Excepções

Entre o ouro da lei, há falsidade;
E entre as estrelas de maior grandeza
Há vultos sem fulgôr e sem beleza,
Como, até nas mentiras, há verdade!...

Entre as brumas da noite, há claridade,
Como surge, no riso, a subtileza
De uma lágrima cheia de tristeza
E, na bonança,surge a tempestade...

No antro do pecado, há criminosos
E há, na virtude, um vício insatisfeito
Como, em deserto, há bosques milagrosos...


E como em toda a regra há excepções,
Entre os homens há feras de respeito
E, entre as feras, há grandes corações!

( Manuela de Azevedo)

Caros visitantes, no próximo mês de Agosto somam seis anos que coloquei no blog este pequeno apontamento relativo a uma grande Mulher Portuguesa, a Jornalista Manuela de Azevedo.
Pouco depois tentei comunicar com ela, enviar-lhe uma simples carta a contar-lhe deste modesto post. Pessoa sensível como eu adivinhava que ela seria, por certo que o seu rosto se iluminaria com um sorriso ao constatar que o seu soneto tinha sido guardado durante tantos anos, depois de recortado dum jornal. Mas desconhecia o seu endereço. Até que um dia a revista do Jornal Correio da Manhã publicou uma mini reportagem acerca da sua vida e obra. Entusiasmada escrevi um email dirigido à jornalista que assinava esse trabalho. Pedia-lhe o endereço da Senhora que ela havia entrevistado, ou então se ela própria lhe poderia fazer chegar às mãos a minha pequena carta, que sendo sim, lhe enviaria prontamente. Expliquei-lhe a razão e o conteúdo da mesma. E fiquei à espera, indefinidamente.... A Jornalista nada me respondeu. - " Estava ela para se ralar com esta provinciana das dúzias que ela certamente deduziu que eu seria ?! " E a história acabou aqui.

Ontem na internet veio a noticia do seu falecimento, aconteceu aos 105 anos (dizia) neste passado dia 10 de Fevereiro. Uma foto ilustrava a noticia - Manuela de Azevedo muito velhinha segurava nas mãos o seu Diploma de Jornalista que recebera ainda jovem. Foi a primeira Jornalista Portuguesa a ter esse direito.

Mais um valor português que desaparece. É a lei da vida mas, uma vida que termina deixa sempre um vazio. Porém as obras ficarão para a posteridade.




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A Lenda do Pintarrôxo

A minha amiga Anita que vive na Ilha da Madeira, aquela senhora que gosta de receber correio porque vive sózinha, e a quem eu escrevo ás vezes e noutras telefono, não se cruzou com a felicidade, sempre caminharam por caminhos opostos, e assim o tempo passou por ambas, e elas sempre distantes. Tinha e tem sonhos como todos nós, mas parece que se ficam por aí sonhos apenas. Nem de saúde que é um bem próprio ela usufrui. Há pessoas assim que parecem destinadas a prescindir, sem que elas o desejem. Porém não se manifesta desesperada, por vezes lá vem um pequeno lamento mas pouco consistente, ela está por tudo com boa vontade. É cristã e possivelmente a fé lhe dará a força necessária.Tem a fé que a mim me falta, eu nem sei se já lho confessei, mas em todas as cartas que me envia, sempre junta umas pagelas com orações.Com os bolinhos que recebi na passada semana, vinha a cartinha que não fujiu à regra em relação ás orações, mas desta vez trazia também uma folha que ela tirou dum livro, e nesta uma Lenda cheia de ternura que logo decidi aqui colocar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Bronze

Resultado de imagem para bodas de bronze
Chegámos aos 51 anos de matrimónio. Isto é um facto que começa a estar em risco de extinção. Por isso é que eu a partir das Bodas de Granito venho sempre aqui "puxar dos meus galões"!
E colocar mais umas fotos. E ao olhar para elas pergunto a mim própria:- mas estes noivos somos nós?
- Éramos, em 1966.