Transcrevemos, de Folhas Caídas,
um dos poemas mais conhecidos de Garrett )
OLHOS NEGROS
Por teus olhos negros, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.
E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azúis dão muita esp'rança,
Mas fiar-me eu neles, não.
Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não.
Por teus olhos negros, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.
E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azúis dão muita esp'rança,
Mas fiar-me eu neles, não.
Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não.
1 comentário:
Bom dia de paz, querida amiga Dilita!
Um poema de boa percepção do temperamento das pessoas. Os olhos revelam muito de nós em todos sentidos.
Gostei muito da escolha que não conhecia.
Tenha dias felizes!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
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