quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Os cães, nossos amigos!

O Chiquinho acompanhou a dona ao Centro de Saúde de Rio de Mouro. Doente, a senhora saíu dali de ambulância e não mais regressou a casa. O cão nunca mais deixou as imediações do Centro de Saúde, continuou à espera que saísse, fizesse sol ou chuva. A televisão mostrou a reportagem e este homem de Queluz foi buscar o animal. Na altura todos se lembraram de Hatchi!




A história de Hachiko - A dog's story tornou-se popular no Ocidente depois do filme com Richard Gere ter estreado em 2009. Pela manhã o cão acompanhava o dono, um professor, até à estação de comboios, e no final do dia ia de novo à estação esperá-lo. Essa rotina terá durado um ano, findo o qual o professor sofrei um AVC, morrendo. Durante os 10 anos seguintes o cão continuou a ir esperar o seu amigo ao comboio. Custa até a acreditar, verdade?
Mas já antes, em 1987, existia Hachico Monogatari, filme japonês que relatava a história verídica do cão mais famoso do Japão. Eu não vi nenhum dos dois filmes.


9 comentários:

Ivone Poemas disse...

Realmente essas histórias são comoventes,eu assisti ao filme em que Richard Gere contracenou com o cão fiel, chorei muito!
Lindo!
Abraços
Ivone

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Dilitamiga

Bela estória, muito bem contada e sentida. São coisas como esta que estão na origem do dito Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos cães. Muito obrigado pela ideia e pela postagem correspondente.

E também pela tua ida à nossa Travessa. Espero por ti - e pelos teus comentários.

Quanto ao blogue: muitos parabéns! Continua.

lilasesazuis disse...

ai, querida...estou aqui chorando...essas histórias de amor incondicional, me deixam assim....lindas!!Esse malhadinho parece com a minha Piaf...graças a Deus, ele agora tem um lar!!!!!beijinhos e fique comDeus!!

O Profeta disse...

Ah este poeta das confusas palavras
Cantador de todas as canções de tristeza
Trovador vestido de arlequim trapeiro
Fazendo vénias a uma imaginada realeza

Que diz palavra sobre palavra
Às vezes fica mudo com um olhar de dor
Dos seus lábios escorrem sons sem sentido
Porque…Às Vezes Há Palavras Que São Como Fazer Amor…


Doce beijo

Olímpio disse...

A minha opinião sobre os cães e os homens,
Tenho uma sentida sensibilidade pelos cães, são de um entendimento e amizade que me fáz gostar imenso deles Mas~vou mais longe nesta opinião.Os animais tem o seu lugar na natureza respeitável, mas não entendo o facto de existirem pessoas que gostam mais dos cães do que das pessoas, que são de carne e osso...São capazes de ter nojo de um sem abrigo, virando-lhe a cara,mas depois ficam caricatas com os cães, tornando-os até maricas com tantos mimos. Os animais são para mim,podem ter a certeza, a minha compreenção entre o racional e o irracional. Voltarei ao assunto com mais tempo, mas creiam que aceito que sejam diferentes do que eu penso, cada um é com é e eu sou assim Que sejam felizes e agora no Natal não se vão esquecer de ser bomzinhos para os cães, pois claro, mas para os nossos irmãos, ao menos um bom dia Abraço com amizade para todos e também para os cães, coitados , ainda não falam!!

dilita disse...

Amiguinhas Ivone,e Ligia.
Gostei da vossa visita e das vossas palavras,só lamento ter-vos feito chorar. Mas eu compreendo,
são lágrimas de ternura,pois os animais nem sempre têm quem os defenda.
Beijinhos, e bom resto de Domingo.
Dília.

dilita disse...

Também uma saudação a este senhor
Ferreira. Fiquei sem saber como o tratar, pois é o homem dos sete instrumentos, e não sei qual o titulo que prefere.
Mas opções à parte,grata pela visita,e pelas felicitações.
Dilita.

dilita disse...

Olá Profeta!

Profeta não da desgraça, mas da graça da sua poesia,que de vez em quando me deixa um pouquinho.
Obrigada, um abraço.
Dilita.

dilita disse...

Quanto ao Olímpio que é meu marido quase há 46 anos, que hei-de eu dizer, nada,(digo-lhe pessoalmente...)